Novidades Editoriais

Lançamentos previstos para junho em Portugal (Parte 2)

Aqui, na Europa, estamos a caminhar a passos largos para o verão e, em Portugal, algumas das maiores novidades literárias deste ano começam, aos poucos, a surgir. “Águas Passadas”, de João Tordo, “Piranesi”, de Susanna Clarke, ou “A Vida Invisível de Addie Larue”, de V. E. Schwab, estão quase a ver a luz do dia nas livrarias portuguesas.

01.06.2021: “Conta-me Escuridão”, de Mafalda Santos (ed. Suma de Letras Portugal, 144 páginas, com ilustrações de David Benasulin)

Sinopse:
Todos gostamos de histórias. Sejam de encantar, para dormir ou rir. Mas não se deixe enganar: estes contos não são para dormir, muito menos para rir. É provável que as personagens criadas por Mafalda Santos roubem o sono e invadam os sonhos em todo o seu esplendor. E terror.

Desde trigémeas assassinas, a entidades assustadoras, passando por bruxas malévolas e magia. Nestas páginas não há sossego, nem esperança, excepto na literatura portuguesa que está viva e de óptima saúde.

Sobre os autores:
Mafalda Santos nasceu em Lisboa em 1982. Filha de mãe professora e pai jornalista, teve desde a infância uma ligação profunda com a palavra escrita, nas suas mais diferentes formas literárias. Com 12 anos, foi pela primeira vez ao teatro, e apaixonou-se. Fez o curso de Interpretação da Escola Profissional de Teatro de Cascais e, posteriormente, licenciou-se em Teatro/Encenação, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Hoje, a sua actividade profissional estende-se por diversas áreas: guionista de teatro e televisão, actriz, encenadora e professora de Interpretação.

David Benasulin nasceu em Luanda em 1972. A banda desenhada foi a faísca que despoletou a paixão pelo desenho e ilustração. A par disso, outro amor começou a ganhar forma: a música, através do veículo The Ultimate Architects, a sua banda do coração, na qual compunha, escrevia, tocava baixo e pintava sons com sintetizadores. Tem o curso de Comunicação Social e Marketing, mas a ilustração evoluiu para a pintura a óleo com workshops no atelier Rui Carriçoo, Carlos Barahona Possollo e o Maestro Roberto Ferri. Ama, vive e respira música e desenho desde sempre, e habita entre o planeta Terra e a Quinta Dimensão.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Conta-me Escuridão”, de Mafalda Santos e David Benasulin (Suma de Letras Portugal, Wook):
https://www.wook.pt/livro/conta-me-escuridao-mafalda-santos/24762055
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 01-06-2021.

02.06.2021: “O Homicídio Perfeito — Um guia para boas raparigas”, de Holly Jackson (ed. Editorial Presença, 376 páginas, com tradução de Frederico Pedreira)

“Mais do que um thriller, esta é uma história sobre como podemos ficar uns contra os outros num abrir e fechar de olhos.” — BookPage

Sinopse:
Uma investigação que se transforma numa obsessão.
Um final que ninguém pode prever.

Todos em Fairview conhecem a história. Andie Bell, a lindíssima e popular finalista de liceu, foi assassinada pelo namorado, Sal Singh, que depois se suicidou. Ninguém falava noutra coisa. Passados cinco anos, Pip percebe que a tragédia ainda assombra a cidade.

A verdade é que Pip não consegue tirar da cabeça a impressão de que aquela história não está bem contada. Era amiga de Sal desde pequenina, e ele sempre foi muito amável. Como pode ter matado Andie?

Agora que também está a terminar o liceu, Pip decide investigar o caso: será o seu trabalho de final de ano. Primeiro, ela só quer pôr em causa o resultado da investigação policial, mas depois… Depois, Pip começa a descobrir um rasto de segredos perigosos, que podem provar realmente a inocência de Sal, e a linha que divide o passado e o presente torna-se cada vez mais ténue e frágil.

Há alguém em Fairview que não quer que Pip desenterre a história e procure respostas.
Agora, é a vida de Pip que está em risco.

Sobre a autora:
Holly Jackson começou a escrever desde muito nova. Licenciou-se em Linguística Lite-rária e Escrita Criativa na Universidade de Nottingham, onde também tirou o mestra-do em Língua Inglesa. Adora videojogos e gosta de se imaginar detetive quando vê documentários de true crime. Vive em Londres e “O Homicídio Perfeito — Um Guia para Boas Raparigas” é o seu primeiro livro.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”O Homicídio Perfeito — Um guia para boas raparigas”, de Holly Jackson (Editorial Presença, Wook):
https://www.wook.pt/livro/o-homicidio-perfeito-holly-jackson-/24757581
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 02-06-2021.

02.06.2021: “Tatiana”, de Martin Cruz Smith (ed. Bertrand Editora, 288 páginas)

“Mais do que um mistério, Tatiana é o romance mais ambicioso e politicamente ousado de Martin Cruz Smith desde ‘Parque Gorki’. É uma história rica em personagens, humor negro e romance, com uma visão que é a assinatura de um escritor que o The New York Times classificou como ‘infinitamente divertido e profundamente sério… [não apenas] o nosso melhor escritor de suspense, mas um dos nossos melhores escritores.'” The New York Times Book Review

Fonte: Bertrand Editora

Sinopse:
A intrépida jornalista de investigação Tatiana Petrovna salta para a morte da varanda de um sexto andar em Moscovo na mesma semana em que Grisha Grigorenko, um bilionário mafioso é baleado e enterrado com honras de figura pública. Ninguém associa os dois casos exceto Arkady Renko, que fica surpreendido com o que descobre nas gravações de Tatiana: crimes hediondos encobertos pelas versões oficiais. Todas as pistas o conduzem a Kaliningrado, “cidade secreta” da Guerra Fria, que, apesar de ficar a centenas de quilómetros do resto da Rússia, é o local onde se encontra estacionada a Frota do Báltico. Quanto mais Arkady investiga, mais se aproxima do passado de Tatiana, numa viagem surpreendente à Rússia da era Putin e à corrupção maciça que a mina.

Sobre o autor:
Martin Cruz Smith nasceu em Reading, na Pennsylvania, em cuja universidade se formou em 1964. Trabalhou como jornalista e iniciou a sua carreira de escritor na década de setenta. Entre a sua obra, várias vezes premiada, destacam-se “Parque Gorki”, publicado com um sucesso retumbante em inúmeros países, “A Baía de Havana”, “Red Square” e “A Contagem Final”, entre outros. Vencedor de um CWA Gold Dagger para ficção, no Reino Unido, conquistou também por duas vezes o Hammet Prize, nos Estados Unidos. Vive com a mulher e filhos no norte da Califórnia.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Tatiana”, de Martin Cruz Smith (Bertrand Editora, Wook):
https://www.wook.pt/livro/tatiana-martin-cruz-smith/24576558
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 02-06-2021.

08.06.2021: “Viagem ao Centro do Escuro”, de David Machado (ed. Editorial Caminho, 48 páginas, com ilustrações de Madalena Moniz)

Fonte: Editorial Caminho

Sinopse:
História que ensina a lidar com os medos (sobretudo o medo do escuro) e não a ignorá-los.

A história de dois irmãos que enfrentam juntos o medo do escuro, com tudo o que a ausência de luz tem dentro: monstros, muita imaginação e aventuras fantásticas sem nunca saírem do quarto ou ligarem a luz.

«Eu estava a dormir e acordei quando ouvi a voz da minha irmã a chamar-me num sussurro. Porque ela só tem cinco anos e eu tenho sete e a minha principal missão é ajudá-la e ensiná-la e protegê-la e sempre que ela precisa de mim eu vou. Abri os olhos mas não vi nada.»

Sobre o autor:
David Machado nasceu em Lisboa em 1978. É autor do romance “O Fabuloso Teatro do Gigante” e do livro de contos “Histórias Possíveis”. Em 2005, o seu conto infantil “A Noite dos Animais Inventados” recebeu o Prémio Branquinho da Fonseca, da Fundação Calouste Gulbenkian e do jornal Expresso, e desde então publicou mais três contos para crianças, “Os Quatro Comandantes da Cama Voadora”, “Um Homem Verde num Buraco muito Fundo” e “O Tubarão na Banheira”, distinguido com o Prémio Autor SPA/RTP 2010 de Melhor Livro Infanto-juvenil. Em termos de romances, escreveu “Deixem Falar as Pedras”, “Índice Médio de Felicidade”, “Debaixo da Pele” e “A Educação dos Gafanhotos”. Tem livros publicados em Itália e Marrocos e contos presentes em antologias e revistas literárias em Itália, Alemanha, Noruega, Reino Unido, Islândia e Marrocos. Traduziu os livros “O Herói das Mulheres”, de Adolfo Bioy Casares, e “Obrigada pelo Lume”, de Mario Benedetti.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“Viagem ao Centro do Escuro”, de David Machado (Editorial Caminho, Wook):
https://www.wook.pt/livro/viagem-ao-centro-do-escuro-david-machado/24789189
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 08-06-2021.

09.06.2021: “A Boa Sorte”, de Rosa Montero (ed. Porto Editora, 232 páginas)

Fonte: Porto Editora

Sinopse:
O que leva um homem a descer de um comboio antes do fim da viagem e ir esconder-se numa cidadezinha decadente? Um desejo de recomeço ou a necessidade de acabar de vez com a vida?

Pablo, o protagonista em fuga, é conduzido pelo destino a Pozonegro, um antigo centro de extração de carvão que é hoje uma localidade moribunda. No entanto, há humor nesta cidade triste e maldita, porque a vida é feita de alegria. E de segredos, claro. Todos os habitantes de Pozonegro possuem o seu. Alguns são apenas ridículos. Outros, sombrios e muito perigosos. Há gente que finge ser quem não é ou que esconde a sua verdadeira motivação, num intrincado jogo de espelhos; e há também a luminosa, imperfeita e um pouco louca Raluca, que pinta quadros e cuja vida se cruza com a de Pablo.

Um romance sobre o bem e o mal, uma radiografia dos anseios humanos – medo e serenidade, culpa e redenção, ódio e desejo –, uma história de um amor terno e febril, A Boa Sorte espelha, sobretudo, um profundo amor à vida. No fim de contas, depois de cada perda, pode haver um recomeço. Porque a sorte só é boa se assim o decidirmos.

Sobre a autora:
Rosa Montero nasceu em Madrid em 1951. Como jornalista, colabora em exclusivo com o jornal El País, tendo obtido, em 1980, o Prémio Nacional de Jornalismo e, em 2005, o Prémio da Associação da Imprensa de Madrid, por toda a sua vida profissional. Com “A Louca da Casa” recebeu o Prémio Grinzane Cavour de literatura estrangeira e o Prémio Qué Leer para o melhor livro espanhol, distinção que também foi atribuída, em 2006, a “História do Rei Transparente”. “A Ridícula Ideia de Não Voltar a Ver-te” viria a ganhar o Prémio da Crítica de Madrid 2014. Recebeu, já em 2017, e pelo conjunto da sua obra, o Prémio Nacional das Letras Espanholas, galardão que o júri fundamentou com a «sua longa trajetória no romance, jornalismo e ensaio».

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”A Boa Sorte”, de Rosa Montero (Porto Editora, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-boa-sorte-rosa-montero/24554660
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 09-06-2021.

09.06.2021: “Pura Raiva”, de Cara Hunter (ed. Porto Editora, 404 páginas)

“Hunter rejuvenesceu o género, enriquecendo-o com detalhes, ao mesmo tempo que sublinha aspetos cruciais sobre alguns problemas da sociedade.” Financial Times

Fonte: Porto Editora

Sinopse:
UMA RAPARIGA É RAPTADA NAS RUAS DE OXFORD. MAS ESTE É UM RAPTO DIFERENTE, PARA O INSPETOR FAWLEY.

Uma adolescente é encontrada a vaguear pelos arredores de Oxford, desorientada e angustiada. A história que Faith Appleford conta é assustadora: amarraram-lhe um saco de plástico na cabeça e levaram-na para um local isolado. Por milagre, sobreviveu. Mesmo assim, recusa-se a apresentar queixa.

O Inspetor Fawley investiga, mas há pouco que ele possa fazer sem a cooperação de Faith, que parece esconder alguma coisa. Mas o quê? E porque será que Fawley continua com a sensação de que já viu um caso como este?

Quando outra rapariga desaparece, Adam Fawley não tem escolha e tem mesmo de enfrentar o seu passado.

Sobre a autora:
Cara Hunter é uma escritora que vive em Oxford, numa rua não muito diferente das que são descritas nos seus thrillers. “Perto de Casa” a marcou estreia da sua série protagonizada pelo detetive Adam Fawley. Em Portugal, depois desse livro, chegaram “No Escuro”, “Sem Saída” e, agora, está a chegar “Pura Raiva”, sendo que todos os livros foram publicados pela Porto Editora.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Pura Raiva”, de Cara Hunter (Porto Editora, Wook):
https://www.wook.pt/livro/pura-raiva-cara-hunter/24686781
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 09-06-2021.

09.06.2021: “O Pássaro Noturno” – Série “Os crimes de Öland”, Livro 1, de Johanna Mo (ed. Porto Editora, 408 páginas)

Fonte: Porto Editora

A detetive Hanna Duncker está de regresso à terra natal. Dezasseis anos depois de trocar Öland por Estocolmo, a morte do pai obriga-a a revisitar a ilha onde passou a infância. Apesar de tudo o que aconteceu lá, apesar dos mexericos e de sentir todos os olhares postos em si, é naquele lugar remoto junto ao mar que se sente em casa.

Quando Joel, um adolescente de 15 anos, é encontrado morto e com sinais de violência no parque de merendas de Möckelmossen, Hanna é arrastada para uma investigação que envolve a sua antiga melhor amiga – aquela que abandonara sem qualquer explicação.

Ao mesmo tempo que procura descobrir o assassino de Joel, Hanna continua a viver as consequências de um crime horrendo cometido pelo pai, muitos anos antes. Conseguirá, algum dia, quebrar a ligação ao passado?

Sobre a autora:
Johanna Mo é natural de Kalmar — onde passou a infância —, e vive atualmente em Estocolmo. Venceu o prémio cultural Pena Dourada (Gyllene Fjädern) e foi nomeada para o Prémio de Romance da Rádio Sueca. Trabalha há 20 anos como escritora, revisora, leitora na área da edição, crítica literária e “O Pássaro Noturno” é o seu oitavo livro, e o primeiro da série “Os crimes de Öland”, que será publicada em 18 países.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”O Pássaro Noturno” – Série “Os crimes de Öland”, Livro 1, de Johanna Mo (Porto Editora, Wook):
https://www.wook.pt/livro/o-passaro-noturno-johanna-mo/24524297
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 09-06-2021.

15.06.2021: “Neve de Primavera” – Tetralogia “Mar da Fertilidade”, Livro 1, de Yukio Mishima (ed. Editora Livros do Brasil, 416 páginas)

Fonte: Editora Livros do Brasil

Sinopse:
Durante a Era Meiji, o Japão abre-se ao Ocidente e uma nova burguesia, avessa aos tradicionais costumes e valores nipónicos, entretece-se com a antiga aristocracia.

Kiyoaki, filho único do marquês Matsugae, descendente de uma família samurai cujas origens humildes o embaraçam, é enviado para viver os seus primeiros anos em casa de um nobre da corte e cresce lado a lado com a filha deste, a encantadora e vivaz Satoko.

Agora adolescente, Kiyoaki vê-se dominado pela tensão entre o velho e o novo mundo, entre o passado das suas raízes e o presente de uma paixão avassaladora, capaz de agitar as estruturas imperiais e o próprio conceito de existência, a um ponto que só o seu fiel amigo Honda poderá testemunhar.

Publicado em 1969, “Neve de Primavera” é o primeiro romance da tetralogia “Mar da Fertilidade”, testemunho literário de Yukio Mishima, que morreria após terminar a última peça deste que é o mais monumental retrato do Japão do século XX.

Sobre o autor:
Yukio Mishima, novelista e dramaturgo, pseudónimo de Kimitake Hiraoka, nasceu em Tóquio em 1925 e suicidou-se de forma mediática, praticando o ritual japonês seppuku, a 25 de novembro de 1970, manifestando assim a sua discordância perante o abandono das tradições japonesas e a aceitação acrítica de modelos consumistas ocidentais. O idealismo que enforma a sua obra e conduzirá a sua vida está enraizado no tradicionalismo militar e espiritual dos samurais, e a sua conceção da arte liga-se a um elevado culto da alma e do corpo. Mishima é um dos mais conhecidos escritores japoneses, várias vezes apontado como candidato ao Prémio Nobel da Literatura, e autor de obras inesquecíveis como “Confissões de Uma Máscara” (1948), “O Templo Dourado” (1956) ou “O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar” (1963).

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Neve de Primavera” – Tetralogia “Mar da Fertilidade”, Livro 1, de Yukio Mishima (Editora Livros do Brasil, Wook):
https://www.wook.pt/livro/neve-de-primavera-yukio-mishima/24686719
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 15-06-2021.

15.06.2021: “Clara & Pippo”, de Diana Rosie (ed. Edições ASA, 288 páginas)

Fonte: Edições ASA

Sinopse:
Roma é um lugar misterioso aos olhos dos pequenos Clara e Pippo. Acabados de chegar com a mãe à cidade, deixaram para trás uma tragédia familiar e o único lar que haviam conhecido. Juntos, trazem pouco mais do que esperança.

Estamos em 1938, Mussolini está no poder e a sombra da guerra agiganta-se no ar…
Quando a mãe desaparece uma manhã, os meninos saem de casa e vão à procura dela. Clara vira para a direita.
Pippo vira para a esquerda.
Será este acaso, esta escolha tão simples, a determinar o resto das suas vidas.
Os irmãos seguem em sentidos contrários e perdem-se.

Ambos têm a sorte de encontrar mulheres generosas que os acolhem. Clara encontra refúgio numa família de classe média cujas fortunas se elevam com o fascismo; Pippo, numa família comunista de classe trabalhadora.

O tempo passa e os irmãos vão sendo assimilados pelas suas novas vidas e rotinas, mas nenhum desiste de procurar o outro. Nem sequer quando a guerra ensombra as suas infâncias e ambos têm de crescer ainda mais depressa do que as circunstâncias haviam ditado.

Num país dividido, num continente em tumulto, conseguirão Clara e Pippo reencontrar-se?
Voltarão um dia a ver a mãe?

Sobre a autora:
Diana Rosie já foi guia turística na América do Sul, designer em Hong Kong, voluntária dos Jogos Olímpicos de Londres e copywriter de publicidade um pouco por todo o lado. Diana escreve agora a partir da casa de campo onde vive com o marido, dois filhos e um enorme cão. Está seriamente a ponderar comprar auscultadores com cancelamento de ruído. “Clara & Pippo” é o seu segundo romance, o primeiro publicado pela ASA.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“Clara & Pippo”, de Diana Rosie (Edições ASA, Wook):
https://www.wook.pt/livro/clara-pippo-diana-rosie/24789199
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 15-06-2021.

16.06.2021: “A Idade da Inocência”, de Edith Wharton (ed. Clube do Autor, 384 páginas)

“A história de um casamento destroçado em Nova Iorque funciona como uma acusação feroz contra uma sociedade alienada da cultura.” The Guradian

Fonte: Clube do Autor

Sinopse:
“A Idade da Inocência” é um fresco magistral do desejo e da traição da elite de Nova Iorque no final do século XIX. A história comovente de um homem confrontado com uma decisão dilacerante — ou define a sua vida com coragem ou arruína-a sem misericórdia.

Newland Archer representa o apogeu da sociedade nova-iorquina no final do século XIX. Está noivo de May Welland, unindo assim duas das famílias da elite. Contudo, o regresso da condessa Olenska após separar-se do marido europeu irá perturbar o conservador grupo. Um retrato perturbantemente real das mulheres e dos homens encerrados numa sociedade que nega a humanização em nome da «civilização».

Apaixonado pela condessa Olenska e exasperado pelas restrições do mundo a que pertence, Archer errará em busca da felicidade ao mesmo tempo que procura amadurecer, imerso nas tradições que se vê coagido a seguir. O equilíbrio precário entre impulsos e desejos e o medo de se ser marginalizado levam Archer ao dilema existencial no cerne da narrativa.

“A Idade da Inocência” é um olhar crítico para o passado; com maturidade, Wharton pretende compreender os valores que guiaram a sociedade dos Estados Unidos até à Primeira Guerra Mundial, para então saudar a nova era que se iniciava.

Publicado em 1920, foi o vencedor do Prémio Pulitzer no ano seguinte, pela primeira vez atribuído a uma mulher.

Das diversas adaptações ao cinema, destaca-se o filme com o mesmo título de Martin Scorsese protagonizado por Michelle Pfeiffer e Daniel Day Lewis.

Sobre a autora:
Nascida no ano de 1862, Edith Wharton pertencia a uma das famílias mais ilustres de Nova York. Em 1905, com o romance best-seller “The House of Mirth”, demonstrou a sua capacidade de agradar o grande público. Ao longo da vida, publicou mais de quarenta títulos, entre romances, contos, poesias e ensaios. “A Idade da Inocência”, de 1920, é sua obra mais famosa, com a qual venceu o prêmio Pulitzer, em 1921.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”A Idade da Inocência”, de Edith Wharton (Clube do Autor, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-idade-da-inocencia-edith-wharton/24797938
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 16-06-2021.

17.06.2021: “A Minha Irmã é uma Serial Killer”, de Oyinkan Braithwaite (ed. Quetzal Editores, 240 páginas)

“Braithwaite testa o laço da irmandade com um obscuro e cómico exame da violência, da lealdade e da família.” — TIME

Sinopse:
Neste breve, sinistro e cómico thriller, Korede — a irmã mais velha —, conta a história da sua irmã mais nova, Ayoola. Ou seja, a belíssima, super insinuante, super amada e desejada Ayoola. Ayoola é completamente fútil. Vive para dormir até tarde, para se vestir (e despir) e se maquilhar, para saltitar de festa em festa, arranjar namorados bonitos e ricos, traí-los — e matá-los. Nada que mereça, portanto, o amor e a devoção que todos lhe dedicam, em especial a irmã, que a ajuda sempre no encobrimento dos crimes. Embora assustada e contrariada, Korede acaba por apoiar e consolar Ayoola — e por limpar os locais do crime. Mas o seu horror aumenta quando Ayoola visita o hospital em que ela trabalha como enfermeira e conhece o simpático médico por quem Korede está apaixonada. O leitor está a ver o que pode acontecer, não está?

Sobre a autora:
Oyinkan Braithwaite é uma jovem autora nigeriana e a sensação literária do momento. Nasceu em Lagos, na Nigéria, em 1988, mas passou grande parte da sua infância no Reino Unido, em Londres, para onde se mudou com a família. Estudou Escrita Criativa e Direito na Universidade de Kingston e na do Surrey. Atualmente, vive em Lagos, onde trabalha como escritora e editora freelance. “A minha irmã é uma Serial Killer” é o seu romance de estreia.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“A minha irmã é uma Serial Killer”, de Oyinkan Braithwaite (Quetzal Editores, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-minha-irma-e-uma-serial-killer-oyinkan-braithwaite/23944438
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 17-06-2021.

22.06.2021: “Piranesi”, de Susanna Clarke (ed. Casa das Letras, 264 páginas)

“’Piranesi’ surpreendeu-me. É uma façanha milagrosa e luminosa de contar histórias, ao mesmo tempo, um mistério envolvente, uma aventura através de um novo mundo de fantasia brilhante e uma profunda meditação sobre a condição humana: sentir-se perdido e ser encontrado. Eu já quero estar de volta aos seus belos e assombrosos corredores!”  Madeline Miller, autora de “Circe”

Fonte: Casa das Letras

Sinopse:
Dia após dia, Piranesi regista clara e cuidadosamente nos seus cadernos de apontamentos as maravilhas da casa invulgar onde habita: o infindável labirinto de salões, os corredores sem fim à vista, os milhares de estátuas que se alinham pelas suas paredes, nenhuma igual à anterior, as marés que irrompem escadas acima, as nuvens que se deslocam em lenta procissão pelos salões do piso superior. Piranesi vive para explorar a própria casa. Às terças e sextas-feiras, recebe a visita de o Outro, que o auxilia no estudo do Grande Conhecimento Secreto.

Contudo, começam a surgir estranhas mensagens escritas a giz no pavimento da Casa.
Há seres novos na Casa.
Mas quem são e o que pretendem?
São amigos ou trarão a destruição e a loucura como o Outro defende?

Textos perdidos têm de ser encontrados. Há segredos que têm de ver a luz do dia. E o mundo que Piranesi que pensava até então conhecer, começa a tornar-se estranho e perigoso.

Sobre a autora:
Susanna Clarke nasceu em Nottingham, em 1959, filha mais velha de um pastor metodista. Passou uma infância repartida entre o Norte de Inglaterra e a Escócia, tendo frequentado o Colégio de Santa Hilda, em Oxford. Depois de, em 1990, ter estado em Turim (Itália) a ensinar inglês aos executivos da Fiat e, no ano seguinte, em Bilbau (Espanha), regressou a Inglaterra, onde, em County Durham, numa casa com vista para o mar do Norte, começou a trabalhar em “Jonathan Strange e o Sr. Norrell”, uma ficção em que a autora combina fantasia para adultos com romance histórico de costumes e sátira social, fazendo lembrar, simultaneamente, Jane Austen e Philip Pullman. Trata-se, na opinião de um crítico de The Washington Post, de um romance “sumptuoso e original”, que, além do mais, serviu para revelar – The Guardian o disse – uma escritora “admiravelmente criativa e encantadora”, capaz de “inventar elegantes metáforas”. Susanna Clarke trabalhou no mundo editorial, designadamente no catálogo culinário da Simon Schuster, em Cambridge. Publicou sete contos e novelas, em antologias norte-americanas, uma das quais – The Fairy Widower – foi nomeada, em 2001, para o Prémio World Fantasy.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“Piranesi”, de Susanna Clarke (Casa das Letras, Wook):
https://www.wook.pt/livro/piranesi-susanna-clarke/24789213
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 22-06-2021.

22.06.2021: “A Bivlioteca da Piscina”, de Alan Hollinghurst (ed. Dom Quixote, 464 páginas)

“Merece o primeiro prémio em todas as categorias. Um livro soberbo.” The Telegraph

Fonte: Publicações Dom Quicote

Sinopse:
Londres, 1983. Aos 25 anos, William Beckwith é exuberantemente gay e escandalosamente sedutor. Durante um engate numa casa de banho pública, o jovem salva a vida de um homem mais velho. Este revela ser Charles, Lord Nantwich, igualmente gay e suficientemente colunável para aparecer nos diários de Evelyn Waugh.

Quando voltam a encontrar-se, Charles pede ao jovem para escrever a sua biografia e entrega-lhe os diários em que confiou o melhor e o pior da sua multifacetada e emocionante vida. É com relutância que William aceita lê-los. Mas o que vai descobrir abala a sua pose altiva, pois Charles é uma figura extraordinária e emblemática da elite homossexual inglesa. Juntas, as histórias dos dois homens compõem um retrato meticuloso e irónico da vida e da cultura gay inglesas.

A Biblioteca da Piscina” é uma agridoce crónica de costumes, onde o passado e o presente exibem os seus objectos de desejo, os seus códigos mais ou menos secretos, usos e práticas sexuais e amorosas.

Sobre o autor:
Alan Hollinghurst nasceu em Shroud, Inglaterra, em 1954, e estudou em Oxford. O seu primeiro romance, “A Biblioteca da Piscina”, conquistu o Somerset Maugham Award em 1989 e valendo ao seu autor um lugar entre os Melhores Jovens Romancistas Britânicos, segundo a revista Granta, em 1993. Seguiu-se “The Folding Star”, que foi finalista do Booker Prize e venceu o James Tait Black Memorial Prize. A sua consagração definitiva deu-se em 2004, quando “A Linha da Beleza”, galardoado com o Man Booker Prize, tendo ainda sido adaptado para a televisão pela BBC. Nomeado para o Man Booker Prize 2011, “O Filho do Desconhecido” é o seu primeiro romance em sete anos e está já a ser aclamado como um dos melhores livros do ano e da década, cimentando a reputação do autor como um dos nomes cimeiros da literatura anglo-saxónica.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“A Bivlioteca da Piscina”, de Alan Hollinghurst (Dom Quixote, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-biblioteca-da-piscina-alan-hollinghurst/24789214
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 22-06-2021.

22.06.2021: “Águas Passadas”, de João Tordo (ed. Companhia das Letras, 524 páginas)

Fonte: Companhia das Letras Portugal

Sinopse:
Durante treze dias de Janeiro de 2019, a chuva cai sem misericórdia sobre Lisboa. É quando aparece a primeira vítima, na praia de Assentiz: uma jovem de quinze anos trazida pela maré.

O seu corpo apresenta marcas de sofisticada malvadez. A primeira agente no local é Pilar Benamor, uma subcomissária da PSP cuja coragem e empenho em descobrir a verdade ocultam segredos dolorosos.

A jovem vítima é Charlie, filha de um empresário inglês, mas logo a vítima de um segundo crime brutal um rapaz de dezassete anos aparece na floresta de Monsanto, em condições inenarráveis.

Estas duas mortes prematuras e violentas abrem caminho a uma investigação que irá descarnar a alta sociedade portuguesa e o submundo do crime. Ao longo desse inclemente mês de Inverno, Pilar desbrava caminho na investigação, contra tudo e todos e com a ajuda de Cícero, um misterioso eremita.

Desobedecendo a ordens superiores e colocando a própria vida em risco, vai penetrar no mundo escuro e tenebroso de um psicopata, enquanto luta com os fantasmas que há muito carrega: um pai polícia que morreu em serviço, um vício que a consome e a vulnerabilidade num mundo dominado por homens.

Depois da estreia no género com “A noite em que o Verão acabou”, João Tordo regressa com um policial de ritmo imparável e delicada sensibilidade, que vai ao âmago dos nossos piores medos.

Sobre o autor:
Nasceu em Lisboa em 1975. João Tordo foi finalista do Prémio Melhor Livro de Ficção Narrativa da Sociedade Portuguesa de Autores (2011 e 2015), do Prémio Literário Fernando Namora (2011, 2012, 2015, 2016), e do Prémio Literário Europeu em 2012. Relembro que venceu o Prémio Literário José Saramago, em 2009, com o romance “As Três Vidas”. É um dos autores contemporâneos mais prolíficos em Portugal, neste momento. Os seus livros estão publicados em vários países, incluindo França, Itália, Alemanha, Hungria, Espanha, México, Argentina, Brasil, Uruguai, entre outros.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“Águas Passadas”, de João Tordo (Companhia das Letras Portugal, Wook):
https://www.wook.pt/livro/aguas-passadas-joao-tordo/24785899
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 22-06-2021.

24.06.2021: “A Vida Invisível de Addie Larue”, de V. E. Schwab (ed. Editora Minotauro, 480 páginas)

“Um dos romances mais compulsivos e cativantes na memória recente.” The Washington Post

Fonte: Editora Minotauro

Sinopse:
França, 1714.
Num momento de desespero, uma jovem sela um acordo que lhe garante a imortalidade em troca da maldição de ser esquecida por todos aqueles com quem se cruza.
Mas, 300 anos depois, Addie cruza-se com um rapaz que se lembra do nome dela.

Sobre a autora:
V. E. Schwab é a autora do aclamado “Vicious”, eleito o Melhor Livro de 2013 pela Publishers Weekly, vencedor da Notable Reading List da Booklist e distinguido como a Melhor Escolha da American Library Association, em 2014. É também autora da trilogia “Sombras de Magia”, composta, em Portugal, pelos livros “Uma Magia Mais Escura”, “Um Encontro de Sombras” e “Uma Invocação de Luz”, todos eles publicados pela Minotauro. Para além destes, escreveu este “The Invisible Life Of Addie Larue”, “Vengeful”, “The Dark Vault”. Para os mais jovens, publicou “The Near Witch”, “The Archived” e “The Unbound”, entre outros.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”A Vida Invisível de Addie Larue”, de V. E. Schwab (Editora Minotauro, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-vida-invisivel-de-addie-larue-v-e-schwab/24780513
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 24-06-2021.

29.06.2021: “No País das Últimas Coisas”, de Paul Auster (ed. Edições ASA, 224 páginas)

Fonte: Edições ASA

Sinopse:
É assim que as coisas funcionam na cidade. Sempre que julgamos conhecer a resposta a uma pergunta, descobrimos que a pergunta não faz sentido.

Esta é a história de Anna Blume e da sua jornada em busca do irmão desaparecido numa cidade sem nome. Mas tal como a cidade, a sua tarefa está condenada. Pois o que Anna encontra é um campo de batalha onde imperam a miséria e a violência.

Todos procuram algo ou alguém que desapareceu. Todos lutam para suprir a fome: no sentido literal, uma vez que os alimentos são escassos; e também no sentido figurado, pois os últimos resquícios de humanidade impelem a população a procurar o amor e a partilha de linguagem e significado.

Através da solidão de Anna, Paul Auster conduz-nos a uma devastação na qual o eu se esbate entre os horrores a que o definhar da moral humana conduz.

Não se trata apenas de um cenário futurista – mas de um mundo que reflete o nosso e, ao fazê-lo, lida com algumas das nossas mais sombrias heranças.

Nesta visão apocalíptica de uma cidade despojada da sua humanidade, pulsa um inesquecível romance sobre a condição humana.

Sobre o autor:
Nascido em 1947 em Newark, Nova Jersey, Estados Unidos, estudou literatura francesa, inglesa e italiana na Columbia University, em Nova Iorque. Viveu em Paris de 1971 a 1975. De volta à cidade que nunca dorme, em 1980, mudou-se para o bairro do Brooklyn, onde vive e trabalha até hoje. Poeta, tradutor, crítico de cinema e literatura, romancista e guionista de cinema, publicou ensaios, memórias, poesia e ficção. Da sua vasta e multifacetada produção literária destacam-se “Trilogia de Nova Iorque”, “Mr. Vertigo”, “A Noite do Oráculo”, “No País das Últimas Coisas”, “Timbuktu”, “Leviathan” ou, ainda, “Sunset Park” para citar apenas alguns exemplos. O seu romance mais recente, e mais longo, curiosamente, chama-se “4 3 2 1” e foi editado em Portugal pela Edições ASA e no Brasil pela Companhia das Letras.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“No País das Últimas Coisas”, de Paul Auster (Edições ASA, Wook):
https://www.wook.pt/livro/no-pais-das-ultimas-coisas-paul-auster/24789222
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 29-06-2021.

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Boas leituras!

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Criativo, Criador do Sonhando Entre Linhas, amo ler, e escrever. Gosto de ler quase todos os géneros literários. Amo autores como Valter Hugo Mãe, Fernando Pessoa, José Saramago, João Pinto Coelho, Itamar Vieira Junior, Jeferson Tenório, entre outros. Desde agosto de 2019, trabalho no Grupo LeYa Portugal.

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