Novidades Editoriais

Lançamentos previstos para julho em Portugal (Parte 3)

Para além de duas das grandes apostas deste mês recaírem sobre “De Noite Todo o Sangue É Negro”, do autor francês David Diop, que arrecadou o International Booker Prize deste ano, e “Verão”, de Ali Smith, que conclui a sua teatralizai das estações, quero realçar a chegada de novos livros de autores portugueses, nomeadamente, Alexandra Lucas, Coelho, Isabel Stilwell, Jorge Gomes Miranda, Lídia Jorge e Sandro William Junqueira.

06.07.2021: “De Noite Todo o Sangue É Negro”, de David Diop (ed. Relógio D’Água, 128 páginas, com tradução de Miguel Serras Pereira)

“De tal forma encantador e visceral que acho que nunca o esquecerei.” — Ali Smith

Fonte: Relógio D’Água Editores

Sinopse:
Vencedor do International Booker Prize de 2021

Numa manhã da Primeira Guerra Mundial, o capitão Armand comanda o ataque contra o inimigo alemão. Os soldados avançam. Entre eles estão Alfa Ndiaye e Mademba Diop, dois atiradores senegaleses que combatem sob a bandeira francesa.

Alguns metros à frente da trincheira de onde saiu, Mademba Diop cai ferido de morte sob o olhar de Alfa, seu amigo de infância e mais do que irmão. Alfa vê-se sozinho no meio do caos do grande massacre das trincheiras, e a sua mente é abalada. Ele, ainda há pouco um camponês africano, vai distribuir a morte numa terra desconhecida. Espalha a violência e semeia o terror, a ponto de amedrontar os próprios camaradas.

Deslocado para a Retaguarda, recorda o seu passado em África, um mundo ao mesmo tempo perdido e ressuscitado, cuja evocação é, só por si, um ato de resistência à primeira grande carnificina da era moderna.

Sobre o autor:
David Diop nasceu em Paris e foi criado no Senegal. Ele é professor na Universidade de Pau e Pays de l’Adour, onde a sua pesquisa inclui tópicos como a literatura francesa do século XVIII e as representações europeias da África nos séculos XVII e XVIII. “De Noite Todo o Sangue É Negro” (título adoptado em Portugal), publicado como “Irmão de alma” no Brasil pela Editora Nós, que foi agraciado com o international Booker Prize de 2021, é o seu segundo romance.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“De Noite Todo o Sangue É Negro”, de David Diop (Relógio D’Água, Wook):
https://www.wook.pt/livro/de-noite-todo-o-sangue-e-negro-david-diop/25118699
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 06-07-2021.

06.07.2021: “Isabel de Aragão – Entre o Céu e o Inferno”, de Isabel Stilwell (ed, Livros Horizonte, 616 páginas)

Fonte: Livros Horizonte

Sinopse:
Cresceu a ouvir histórias de grandes conquistas, de reinos divididos por lutas sangrentas entre pais e filhos e entre irmãos. A história de Caim e Abel. Uma história que se repetiu ao longo da sua vida.

Aos 12 anos casou com D. Dinis, rei de Portugal, e junto dele governou durante 43 anos. Praticou o bem, visitou gafarias, tocou em leprosos e lavou-lhes os pés, gastou a sua fortuna pessoal a ajudar os que mais precisavam e mandou construir o mosteiro de Santa Clara, em Coimbra.

Da sua lenda fazem parte milagres, curas e feitos. Mas «a melhor rosa de Aragão», que herdou o nome de Santa Isabel da Hungria, «era boa para ser rei», como dizia muitas vezes o marido. Junto dos seus embaixadores e espiões, com a ajuda da sua sempre fiel Vataça, jogou de forma astuta no tabuleiro do poder. Planeou e intrigou. Mas a história teimava em repetir-se. Caim e Abel. Pai contra filho, o seu único filho varão contra os meios-irmãos bastardos.

Morreu aos 66 anos, depois de uma penosa viagem de dezenas de léguas de Coimbra a Estremoz, montada numa mula, para evitar mais um conflito entre Portugal e Castela.

Sempre acreditou que a proteção com que nascera a defenderia de tudo, mas nos últimos tempos de vida sentia-se frágil e vulnerável. E duvidava. Onde falhara como mulher e mãe?

Sobre a autora:
Isabel Stilwell é jornalista e escritora. A sua grande paixão por romances históricos revelou-se em 2007, com o bestseller D. Filipa de Lencastre, a que se seguiram D. Catarina de Bragança, ambos traduzidos para inglês, e D. Amélia, sempre com crescente sucesso. Em abril de 2012, foi a vez de publicar D. Maria II, que mereceu uma edição especial para o mercado brasileiro. Em outubro de 2013 lançou Ínclita Geração – Isabel de Borgonha, em 2015, a história da mãe do primeiro rei de Portugal, D. Teresa e em 2017 um romance sobre a vida da Rainha Santa, Isabel de Aragão, eleito o 2º melhor livro de ficção, no Prémio Livro do Ano Bertrand. Desde o Diário de Notícias, onde começou aos 21 anos, que contribui de forma essencial para o jornalismo português. Fundou e dirigiu a revista Pais & Filhos, foi diretora da revista Notícias Magazine durante 13 anos e diretora do jornal Destak até ao final do ano de 2012, entre muitos outros projetos. Atualmente escreve para a revista Máxima, tendo uma das suas peças sobre a adoção em Portugal («Não amam nem deixam amar», em conjunto com a jornalista Carla Marina Mendes) sido distinguida com o 1º Prémio de Jornalismo «Os Direitos da Criança em Notícia». Continua a colaborar mensalmente com a revista Pais e com o Jornal de Negócios, quando não está a escrever, vira diariamente os «Dias do Avesso» em conversa com Eduardo Sá, na Antena 1.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:.
**”Isabel de Aragão – Entre o Céu e o Inferno”, de Isabel Stilwell (Livros Horizonte, Wook):
https://www.wook.pt/livro/isabel-de-aragao-entre-o-ceu-e-o-inferno-isabel-stilwell/25036699
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 06-07-2021.

06.07.2021: “Porque Escolhi Viver”, de Yeonmi Park (ed. Editora Objetiva Portugal, 320 páginas)

“É através da coragem de vozes como a de Yeonmi Park que temos oportunidade de conhecer as histórias que povoam o quotidiano da Coreia do Norte. E é tão importante que o mundo saiba.” José Luís Peixoto

Fonte: Editora Objetiva Portugal

Sinopse:
Yeonmi Park não conhecia o significado da palavra liberdade.

Na Coreia do Norte, cresceu a pensar que era normal ver cadáveres na rua a caminho da escola. Que era normal ter tanta fome que precisava de comer plantas selvagens para tentar calar o estômago. Que era normal ver os vizinhos «desaparecerem» sem aviso nem razão. Cresceu a acreditar que o Grande Líder era capaz de lhe ler os pensamentos e de a castigar se fossem incorrectos.

Aos 13 anos, quando a fome e a prisão do pai tornaram o futuro impossível, Yeonmi e a família tomaram a decisão arriscada de fugir da Coreia do Norte. Ficar significaria morrer – de fome, de doença ou por execução. Atravessaram as águas geladas do rio Yalu rumo à fronteira com a China, carregadas de esperança, mas acabaram nas mãos de traficantes de refugiados.

Depois de quase dois anos à mercê dos captores chineses, Yeonmi e a mãe decidiram arriscar a vida, uma vez mais. Numa noite gelada, com as estrelas a alumiar o caminho, atravessaram o inóspito Deserto de Gobi. Mais uma dura travessia, desta vez bem-sucedida.

Sobre a autora:
Yeonmi Park nasceu em Hyesan, Coreia do Norte, em 1993 e vive agora em Seoul, Coreia do Sul. Atualmente, viaja por todo o mundo como oradora e defensora dos direitos humanos.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal
**”Porque Escolhi Viver”, de Yeonmi Park (Edição de bolso, Editora Objetiva Portugal, Wook):
https://www.wook.pt/livro/porque-escolhi-viver-yeonmi-park/25086466
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 06-07-2021.

06.07.2021: “Jogo Duplo”, de Jens Lapidus (ed. Suma de Letras Portugal, 512 páginas)

Fonte: Suma de Letras +prtugal

Sinopse:
Emelie é uma jovem advogada que acaba de abrir a sua própria firma. Teddy é um criminoso reformado em busca de um novo começo. A primeira vez que se uniram para investigar o caso de um assassinato, muito tempo atrás, descobriram os segredos de uma rede de tráfico de pessoas e sexo sueca. Durante décadas, uma rede secreta em Estocolmo tem explorado raparigas, eliminando implacavelmente qualquer um que ameace revelar o seu segredo. Embora a parceria entre Emelie e Teddy tenha sido gratificante – tanto profissional quanto pessoalmente – não voltaram a ver-se. Mas quando uma cliente jovem e vulnerável da advogada é assassinada antes de poder testemunhar contra os seus agressores, esta pede ajuda a seu ex-parceiro (e amante).

O sobrinho de Teddy, Nikolas, decidiu não repetir os erros do tio e ficar longe do mundo do crime. Não entanto o assassinato do seu melhor amigo, relacionado com um gangue, o coloca de volta numa trilha de vingança violenta.

Sobre o autor:
Jens Lapidus, brilhante advogado criminalista em Estocolmo, serve-se da sua experiência profissional, que lhe oferece uma visão privilegiada, para escrever as histórias cruas e realistas que estão a conquistar o mundo. Autor comparado com James Ellroy pela crueza e realismo da sua prosa, os seus thrillers são aclamados pela crítica e pelo público nos mais de 20 países onde é publicado. Algumas das suas obras foram adaptadas para o cinema e os direitos de Apagar Estocolmo já foram também vendidos para o cinema.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:.
**”Jogo Duplo”, de Jens Lapidus (Suma de Letras Portugal, Wook):
https://www.wook.pt/livro/jogo-duplo-jens-lapidus/25086457
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 06-07-2021.

08.07.2021: ”Figuras numa Paisagem”, de Paul Theroux (ed. Quetzal Editores, 568 páginas)

“Quem ainda não leu estas trinta peças literárias ficará impressionado com a variedade dos seus interesses e o aprofundamento da pesquisa. Uma coleção abrangente, facilmente navegável, e que faz pensar.” — Booklist

Fonte: Quetzal Editores

Sinopse:
Nesta sequência de grandes lugares, pessoas e prosas, os ensaios de viagem levam-nos ao Equador, ao Zimbabwe, ao Havai e muito além; as pérolas de crítica literária revelam fascinantes profundezas (e facetas pouco conhecidas) nas obras de Henry David Thoreau, Graham Greene, Joseph Conrad e Georges Simenon, entre outros; e a série de impressionantes perfis pessoais levam-nos numa viagem aérea com Elizabeth Taylor, a envolver-nos com a neurologia de rua de Oliver Sacks e a explorar Nova Iorque com Robin Williams.

A este variadíssimo leque de temas, experiências, gostos, encontros, autores, celebridades, artistas e geografias não podiam faltar as reflexões mais íntimas e as histórias e recordações mais pessoais e familiares – em textos como «O verdadeiro eu: uma recordação», «A vida e a revista Life» ou «Paizinho querido: recordações do meu pai».

“Figuras numa Paisagem” é uma entrada essencial no vasto universo de Theroux, cuja argamassa é uma ampla meditação e a procura constante do autêntico nas pessoas, nos lugares e nos livros.

Sobre o autor:
Paul Theroux nasceu no Massachusetts, em 1941, e vive atualmente entre Cape Cod e o Havai. Foi professor em Itália, no Malawi, no Uganda, e também em Singapura e Inglaterra. Escreveu romances, ensaios e alguns dos melhores livros de viagens de sempre, como “O Velho Expresso da Patagónia”, “Comboio-Fantasma para o Oriente” e “O Grande Bazar Ferroviário”, todos publicados pela Quetzal.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Figuras numa Paisagem”, de Paul Theroux (Quetzal Editores, Wook):
https://www.wook.pt/livro/figuras-numa-paisagem-paul-theroux/22331195
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 08-07-2021.

12.07.2021: “A Névoa” – Livro 3, Série Hidden Iceland, de Ragnar Jonásson (ed. Topseller, 288 páginas)

Será este, atualmente, o melhor escritor de policiais do mundo?” — The Times

Fonte: Topseller

Sinopse:
Einar e Erla Einarsson vivem numa quinta isolada no leste da Islândia. É véspera de Natal e cai uma tempestade de neve tão violenta que deveria impedir qualquer pessoa de chegar à quinta, mas não é isso que acontece. Alguém lhes bate à porta. Um homem que se apresenta como Leó afirma ter-se perdido dos seus colegas de caça e pede-lhes auxílio. O casal oferece abrigo a Leó durante uma noite, mas Erla começa imediatamente a duvidar da história que o homem lhes contou. Estará ele a mentir? Quais serão os seus planos? Poderá ser um assassino? A verdade é que nem todos irão sobreviver àquela noite.

Dois meses depois, a inspetora Hulda Hermannsdóttir é destacada para investigar o crime ocorrido naquela quinta. Hulda está de regresso ao trabalho após um período de licença devido a um grave problema pessoal e, apesar de não saber se estará pronta para a missão, aceita-a. Mas o que Hulda não sabe é que aquele lugar inóspito e o que lá aconteceu irão assombrá-la para sempre.

Sobre o autor:
Nasceu na Islândia e é um autor bestseller internacional publicado em 21 línguas espalhadas por 30 países, com amplo sucesso junto da crítica e dos seus pares. Trabalhou em televisão e em rádio, inclusive como jornalista da Radiotelevisão Nacional da Islândia. Atualmente, trabalha na banca de investimentos e é professor na Faculdade de Direito da Universidade de Reiquiavique. Autor em ascensão na literatura policial internacional, Jónasson traduziu 14 livros de Agatha Christie para islandês e viu já vários dos seus contos serem publicados em revistas literárias alemãs, inglesas e islandesas.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“A Névoa” – Livro 3, Série Hidden Iceland, de Ragnar Jonásson (Topseller, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-nevoa-ragnar-jonasson/25114276
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 12-07-2021.

12.07.2021: “Verão”, de Ali Smith (ed. Elsinore, 320 páginas)

“‘Verão’ é o trabalho ousado e valioso de uma escritora que se coloca diante da escuridão dos tempos de hoje e traz a si todo o calor e luz do nosso verão interior.” — The Washington Post

Fonte: Elsinore

Sinopse:
Fevereiro de 2020: debruçada sobre o ecrã do telemóvel, Sacha, de 16 anos, assiste, tweet a tweet, post a post, à violência racial, à ameaça de uma pandemia global, aos fogos florestais, ao radicalismo e às mentiras descaradas dos políticos. Também a família de Sacha parece estar em perigo de desmoronar: desde o seu irmão, Robert, cujo promissor brilhantismo parece ofuscar-se sob um tédio perigoso, à mãe, Grace, incapaz de encontrar plena satisfação na sua vida atual, preferindo a memória distante dos seus tempos de atriz; e, na casa ao lado, ao pai, que, influenciado por Ashley, a nova mulher, se tornou ele próprio uma pessoa diferente.

Em toda a parte, a vida parece existir num permanente estado de transição, ora voltando atrás e repetindo o passado, emulando-o com roupagens diferentes, ora trazendo o futuro de repente, prenhe tanto de perigo, como de esperança. Eis a derradeira estação do Quarteto. Eis o “Verão”.

Sobre a autora:
Nasceu em Inverness, na Escócia, em 1962, e vive atualmente em Cambridge. Autora de romances, contos, peças de teatro e crítica literária, Ali Smith recebeu alguns dos mais importantes prémios literários do Reino Unido, como o Baileys Women’s Prize for Fiction, o Goldsmiths Prize, o Costa Book Award e o Scottish Arts Council Award. Foi também, várias vezes, finalista do Man Booker Prize.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“Verão”, de Ali Smith (Elsinore, Wook): 
https://www.wook.pt/livro/verao-ali-smith/25114274
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 12-07-2021.

13.07.2021: “Os Rituais da Água” – Livro 2, Trilogia “O Silêncio da Cidade Branca”, de Eva García Sáenz de Urturi (ed. Lua de Papel, 512 páginas)

Fonte: Lua de Papel

Sinopse:
Uma mulher é encontrada queimada e pendurada numa corda pelos pés, com a cabeça imersa dentro de um antigo caldeirão de bronze, cheio de água. A autópsia revela a primeira surpresa: a vítima estava grávida. E a investigação que se segue aponta para outra conclusão surpreendente: o crime tem todos os contornos de um macabro ritual celta. O profiler Unai “Kraken” acaba por se ver envolvido no caso, mesmo sem querer. Afinal, a mulher morta, como rapidamente será informado, foi a sua primeira namorada, com quem se tinha envolvido décadas antes. Nessa mesma altura, ele e o seu grupo de amigos participaram numa escavação arqueológica em que descobriram segredos há muito enterrados. Poderiam os dois episódios estar relacionados?Quando surge uma nova vítima, a conclusão é óbvia: é o trabalho de um psicopata, e ele (ou ela) tem um interesse particular na vida pessoal do protagonista. Começa aqui um sufocante jogo de gato e rato, tendo como cenário a cidade basca de Vitoria. A ação desenrola-se em dois tempos distintos, o presente e o passado de Kraken – sendo que a chave que une os dois momentos da sua vida poderá ser um ritual cuja origem se perde nos tempos.

Sobre a autora:
Nascida em Vitória, no País Basco, é uma das autoras espanholas que mais vende, foi optometrista durante vários anos. Apaixonada pela literatura, Eva García Sáenz de Urturi viu o seu primeiro romance, “La Saga de los Longevos”, ser rejeitado por várias editoras. Acabou por publicá-lo numa edição de autor, que se tornaria um sucesso na Amazon. Foi o primeiro passo para o reconhecimento, que rapidamente chegaria aos Estados Unidos e Reino Unido. Em 2014 saiu um segundo livro, “Los Hijos de Adán”, e ainda o romance histórico “Pasaje a Tahití”. En 2016, e após ter ingressado na Academia da Polícia para conhecer melhor as investigações criminais, publicou “O Silêncio da Cidade Branca”, um thriller, ambientado na sua cidade natal, que inaugura uma trilogia e se tornou um enorme sucesso de crítica e vendas. O livro foi adaptado ao cinema por Daniel Calparsoro. “Los Ritos del Agua” e “Los Señores del Tiempo” completam a tríade. 

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“Os Rituais da Água” – Livro 2, Trilogia “O Silêncio da Cidade Branca”, de Eva García Sáenz de Urturi (Lua de Papel, Wook): 
https://www.wook.pt/livro/os-rituais-da-agua-eva-g-saenz-de-urturi/25114174
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 13-07-2021.

13.07.2021: “Marido e outros contos”, de Lídia Jorge (ed. Dom Quixote, 136 páginas)

Fonte: Publicações Dom Quixote

Sinopse:
Um livro que reúne sete dos mais significativos contos de Lídia Jorge: «Marido», «A Prova dos Pássaros», «António», «Espuma da Tarde», «A Instrumentalina», «Testemunha», e «O Conto do Nadador» .

É recomendado pelo Plano Nacional de Leitura para o 9.º ano de escolaridade.

«Mas há noites em que o marido não chega às sete, nem às oito, nem às nove. E se não chegar até às dez, ela sabe que não chegará senão de madrugada. É por isso que a hora crucial da vida da porteira acontece entre as cinco e as sete. É dentro desses minutos decisivos da tarde que se dita o dia e a noite da porteira. A porteira às cinco para as cinco acende a vela, põe as mãos pedindo que ele chegue antes do jantar. Uma maçada se ele só vier de madrugada. Já ela o ouve tocar, depois subir, abrir a porta do elevador com dificuldade, sair de lá lentamente com o pé rígido, e depois a chave começa a cair junto da porta, sente levantá-la do chão, deve estar a revolver a chave, até que por fim ele a enfia, a roda, a desprende, a saca, fica dentro de casa e a casa se enche do seu hálito até às bacias e às janelas. Tropeça no sofá da saleta e chama – Lúcia! Ó Lúcia!»

Sobre a autora:
Romancista e contista portuguesa, Lídia Jorge nasceu em 1946, no Algarve. Viveu os anos mais conturbados da Guerra Colonial em África. Foi membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social. É professora do ensino secundário e publica regularmente artigos na imprensa. O tema da mulher e da sua solidão é uma preocupação central da obra de Lídia Jorge, como, por exemplo, em “Notícia da Cidade Silvestre” (1984) e “A Costa dos Murmúrios” (1988). “O Dia dos Prodigíos” (1979), outro romance de relevo, encerra uma grande capacidade inventiva, retratando o marasmo e a desadaptação de uma pequena aldeia algarvia. “O Vento Assobiando nas Gruas” (2002) é mais um romance da autora e aborda a relação entre uma mulher branca com um homem africano e o seu comportamento perante uma sociedade de contrastes. Este seu livro venceu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores em 2003. Venceu o Prémio FIL de Literatura em Línguas Românicas 2020.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
“Marido e outros contos”, de Lídia Jorge (Dom Quixote, Wook):
https://www.wook.pt/livro/marido-e-outros-contos-lidia-jorge/25114168
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 13-07-2021.

13.07.2021: ”O Nosso Jogo”, de John le Carré (ed. Dom Quixote, 400 páginas)

Fonte: Publicações Dom Quixote

Sinopse:
Aos 48 anos, Tim Cranmer é um agente secreto a viver uma reforma antecipada no Somerset profundo. Com a Guerra Fria travada e vencida, está livre para se dedicar ao seu solar de família, às vinhas e à amante, a jovem e bela Emma. Mas ao passado ninguém foge, e o passado de Tim vive a 30 quilómetros de distância, na pessoa do caótico Larry Pettifer, professor universitário radical e entediado, pinga amor e, durante 20 anos, multifacetado agente duplo de Tim contra a agora desaparecida ameaça comunista. E, entre os dois homens, existe Emma e uma rivalidade por resolver.

Entretanto, Larry e Emma desaparecem. E Tim embarca numa perseguição a ambos, transformando-se ele próprio em presa, ao seguir os amantes através do campo minado das suas novas lealdades. Mas, à medida que Tim atravessa o terreno devastado da Inglaterra pós-thatcheriana e entra na selva sem lei de Moscovo e do Sul da Rússia, somos também levados a partilhar com ele o dilema de um legalista despojado do nosso tempo, privado do passado e do futuro, e a braços com os últimos resquícios de humanidade.

Sobre o autor:
John le Carré (19 de outubro de 1931, Poole, Reino Unido – 12 de dezembro de 2020, Royal Cornwall Hospital, Truro, Reino Unido) estudou em Berna e Oxford, foi professor em Eton e esteve durante cinco anos ligado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros, sendo primeiro secretário da Embaixada Britânica em Bona e, posteriormente, cônsul político em Hamburgo. Começou a sua carreira literária em 1961, tendo-se tornado um escritor mundialmente reconhecido com o livro “O Espião Que Saiu do Frio”, o seu terceiro. Entre os seus romances, todos eles assinaláveis êxitos de vendas e de crítica, contam-se “O Alfaiate do Panamá”, Single & Single, “O Fiel Jardineiro”, “Amigos até ao Fim”, “O Canto da Missão” e “Um Homem Muito Procurado”.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
 **”O Nosso Jogo”, de John Le Carré (Dom Quixote, Wook):
https://www.wook.pt/livro/o-nosso-jogo-john-le-carre/25114167
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 13-07-2021.

13.07.2021: “Líbano, Labirinto”, de Alexandra Lucas Coelho (ed. Editorial Caminho,496 páginas)

Fonte: Editorial Caminho

Sinopse:
O povo do Líbano foi abandonado pelo pacto do Líbano, quando já não faltavam provas de que esse pacto é mortífero. E dentro do labirinto o país pressente a explosão geral. Ela está a acontecer já.Eis o que me chega a cada dia dos amigos, foi chegando ao longo dos meses em que este livro se estendeu, como uma conversa que não queremos terminar.Passámos juntos a quarentena, mortos e vivos, esses romanos, esses otomanos, esses palestinianos, esses sírios, a voz de Fairuz, o sorriso de Ali, o pão, o manjericão, o pequeno-almoço em Baalbek, a neve que até hoje Caroline me envia das montanhas, onde imagino que mais abaixo os ciclâmens estejam floridos, com as suas pétalas de pássaro, a sua cintura carmim. E junto ao mar aquela cidade chamada Beirute.

Sobre a autora:
Esteve quase a nascer na Ilha do Sal, em Cabo Verde, mas Alexandra Lucas Coelho acabou por nascer em Lisboa, no ano de 1967. Jornalista, desde 1987, e escritora, desde 2007, já viveu em Jerusalém e no Rio de Janeiro. “Oriente Próximo e “Caderno Afegão” marcam os seus primeiros passos na literatura, tendo sido editados em 2007 e 2009, respectivamente. O livro de não-ficção “Viva México” (2010) foi finalista do Prémio Portugal Telecom (atual Prémio Oceanos). O romance de estreia, “E a Noite Roda”, editado, originalmente, em 2012, venceu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores. Vários dos seus livros estão publicados no Brasil, e o segundo romance, “O Meu Amante de Domingo” (2014), está traduzido em França, pela Éditions du Seuil. Atualmente, tem 14 livros publicados. Neste momento, está a fazer o programa “Volta ao Mundo em Cem Livros” para a RTP. 

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal
**“Líbano, Labirinto”, de Alexandra Lucas Coelho (Editorial Caminho, Wook):
https://www.wook.pt/livro/libano-labirinto-alexandra-lucas-coelho/25114164
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 13-07-2021.

20.07.2021: “A Sangrada Família”, de Sandro William Junqueira (ed. Editorial Caminho, 200 páginas)

fonte: Editorial Caminho

Sinopse:
“A Sangrada Família” é o romance que traz Sandro William Junqueira pela primeira vez para um território concreto, sujo de terra e cinza, com árvores e ar nos pulmões em vez de betão e muros altos. Um território habitado apenas por personagens com nome e apelido, com vozes que nos interpelam diretamente, que nos são próximas, como se as ouvíssemos, agora, a sair da janela ao lado. Este livro é baseado em factos, mas podia não ser. Ou então não é baseado em factos, mas podia muito bem ser.

A FAMÍLIA É UM CONVITE À DOCE BURRICE .À PERDA DE MEMÓRIA. À ENGORDA DA HIPOCRISIA.SE FOSSEM DITAS TODAS AS PALAVRAS SEM FILTROS E ORGANIZADAS NUM LIVRO DE CONTABILIDADE TODAS AS AÇÕES E VONTADES, A MAIORIA DAS FAMÍLIAS NÃO FICARIA DE PÉ.

Sobre o autor:
Sandro William Junqueira nasceu em 1974 em Umtali, na Rodésia. Experimentou a música, escultura, pintura. Foi designer gráfico. Diz poesia e trabalha regularmente como ator e encenador. Leciona expressão dramática. É autor de projetos e ateliês de promoção do livro e da leitura. Publicou “O Caderno de Algoz” (Caminho, 2009), “Um Piano para Cavalos Altos” (Caminho e Leya Brasil, 2012). Foi um dos onze escritores da novela policial “O Caso do Cadáver Esquisito” (Associação Cultural Prado, 2011) e autor de um dos contos da coletânea “Dez Contos para Ler Sentado” (Caminho, 2012). Em 2012 foi considerado um dos escritores para o futuro pelo semanário Expresso. Desde esse ano, lançou “No Céu não há Limões (Caminho, 2014) e “Quando as Girafas Baixam o Pescoço” (Caminho, 2017).

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”A Sangrada Família”, de Sandro William Junqueira (Editorial Caminho, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-sangrada-familia-sandro-william-junqueira/25114182
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 20-07-2021.

20.07.2021: “A Suspeita”, de Agatha Christie (ed. Edições ASA, 320 páginas)

Fonte: Edições ASA

Sinopse:
Três jovens mulheres partilham um apartamento em Londres. A primeira trabalha como secretária, a segunda é uma artista, e a terceira – que pediu ajuda a Poirot – desapareceu, convencida de que era uma assassina. Embora não tenha sido encontrado nenhum corpo ou sequer indícios de crime, a jovem está atormentada. Poirot terá de fazer uso de toda a sua perspicácia para perceber se a rapariga desaparecida é inocente, culpada ou simplesmente louca…

Sobre a autora:
Agatha Christie nasceu Agatha May Clarissa Miller, em Torquay, na Grã-Bretanha, em 1890. Durante a I Guerra Mundial, prestou serviço voluntário num hospital, primeiro como enfermeira e depois como funcionária da farmácia e do dispensário. Esta experiência revelar-se-ia fundamental, não só para o conhecimento dos venenos e preparados que figurariam em muitos dos seus livros, mas também para a própria concepção da sua carreira na escrita. Com o seu segundo marido, o arqueólogo Max Mallowan, Agatha viajaria um pouco por todo o mundo, participando ativamente nas suas escavações arqueológicas, nunca abandonando contudo a escrita, nem deixando passar em claro a magnífica fonte de conhecimentos e inspiração que estas representavam. Autora de cerca de 300 obras (entre romances de mistério, poesia, peças para rádio e teatro, contos, documentários, uma autobiografia e seis romances publicados sob o pseudónimo de Mary Westmacott), viu o seu talento e o seu papel na literatura e nas artes oficialmente reconhecidos em 1956, ano em que foi distinguida com o título de Commander of the British Empire. Em 1971, a Rainha Isabel II consagrou-a com o título de Dame of the British Empire. Deixando para trás um legado universal celebrado em mais de cem línguas, a Rainha do Crime, ou Duquesa da Morte (como ela preferia ser apelidada), morreu em 12 de janeiro de 1976. Em 2000, a 31st Bouchercon World Mistery Convention galardoou Agatha Christie com dois prémios: ela foi considerada a Melhor Autora de Livros Policiais do Século XX e os livros protagonizados por Hercule Poirot a Melhor Série Policial do mesmo século.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
”A Suspeita”, de Agatha Christie (Edições ASA, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-suspeita-agatha-christie/25114180
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 20-07-2021.

22.07.2021: “Nova Identidade”, de Jorge Gomes Miranda (ed. Edições Tinta da China, 412 páginas)

“O poder de observação e a mestria narrativa que se evidenciam na abordagem do impacto íntimo com que enfrentamos os choques sociológicos do mundo à nossa volta fazem dele o cronista em que melhor podemos folhear as imagens que nos devolvem, em jeito de reprise, o presente que estamos a viver. […] O trajecto poético de Jorge G. Miranda insere-se em toda uma tradição da poesia contemporânea (de Cavafis a Larkin) que procura recuperar para o poema uma vocação narrativa.” — jornal Público

fonte: Edições Tinta da China

Sinopse:
Antologia poética de Jorge Gomes Miranda

Num só volume, cinco livros que voltam assim às livrarias – “O Muro das Jubilações”; “Nova Identidade”; “A Herança”; “Por Baldios, a Garça”; e “A História de Uma Enxurrada”.

Sobre o autor:
Jorge Gomes Miranda nasceu em 1965, no Porto, cidade onde vive e trabalha. Ex-crítico literário do jornal Público. É autor dos seguintes livros de poesia: “O Que Nos Protege” (Pedra Formosa, 1995); “Portadas Abertas” (Presença, 1999); “Curtas-Metragens” (Relógio D’Água, 2002); “A Hora Perdida” (Campo das Letras, 2003); “Postos de Escuta” (Presença, 2003); “Este Mundo, sem Abrigo” (Relógio D’Água, 2003); “O Caçador de Tempestades” (& etc, 2004); “Pontos Luminosos” (Averno, 2004); “Requiem” (Assírio & Alvim, 2005); “Falésias” (Teatro de Vila Real, 2006); “O Acidente (Assírio & Alvim, 2007); Velhos (Teatro de Vila Real, 2008); Resgate (Fundação Serralves, 2008); El Accidente” (Quálea Editorial, 2009). Organizou ainda antologias literárias e escreveu também uma novela: “O Transplante” (Porto 2001, 2002).

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Nova Identidade”, de Jorge Gomes Miranda (Tinta da China, Wook):
https://www.wook.pt/livro/nova-identidade-jorge-gomes-miranda/25087355
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 22-07-2021.

27.07.2021: “A Coruja Caça Sempre à Noite” – Livro 2, Série “Mia Krüger & Holger Munch”, de Samuel Bjørk (ed. Dom Quixote, 496 páginas)

“Inteligente e cativante.” — The Times

Fonte: Publicações Dom Quixote

Sinopse:
A emocionante sequela de “Viajo Sozinha”

Quando uma adolescente problemática desaparece de um orfanato e é encontrada assassinada e o seu corpo deitado numa cama de penas, o experiente Holger Munch e a sua equipa são chamados para resolver o caso.

A investigadora estrela Mia Krüger, que está de licença temporária, enquanto continua a lutar com seus próprios demónios, volta abruptamente para a ribalta e mergulha neste caso, a tempo de descodificar as pistas sobre um vídeo perturbador que retrata a vítima minutos antes ser morta e onde surge aprisionada como um animal enjaulado.

Enquanto isso, a filha de Munch, Miriam, conhece um atraente estranho numa festa – um apaixonado ativista defensor dos direitos dos animais – que começa a seduzi-la para o seu mundo e para longe da sua família.

Neste sofisticado e intrincadamente delineado thriller psicológico em que Munch, Krüger e toda a equipa devem caçar o assassino, impedindo um novo ataque, Samuel Bjørk volta a prender-nos com a sua escrita.

Sobre o autor:
Samuel Bjørk é um pseudónimo do romancista norueguês, autor de peças de teatro, cantor e compositor Frode Sander Øien. Já lançou seis álbuns, exibiu várias obras de arte em diversas galerias e traduziu Shakespeare. “Viajo Sozinha” é a sua primeira obra como autor de thrillers noirs, está publicado em mais de trinta e um países e é um bestseller internacional com milhões de livros vendidos em todo o mundo. Samuel Bjørk é muitas vezes referenciado como semelhante a autores como Stieg Larsson ou Jo Nesbø. Nasceu em 1969 e atualmente reside e trabalha em Trondheim, na Noruega.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
“A Coruja Caça Sempre à Noite” – Livro 2, Série “Mia Krüger & Holger Munch”, de Samuel Bjørk (Dom Quixote, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-coruja-caca-sempre-a-noite-samuel-bj-rk/25114209
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 27-07-2021.

27.07. 2021: “O Pináculo”, de William Golding (ed. Dom Quixote, 208 páginas)

Fonte: Publicações Dom Quixote

Sinopse:
O Deão Jocelin tem uma visão: Deus escolheu-o para erigir um magnífico pináculo na sua catedral. O pedreiro encarregado da obra desaconselha-o fortemente, pois a velha catedral foi construída sem fundações e é um milagre que se mantenha de pé. Mesmo assim, o pináculo ergue-se, octógono sobre octógono, cume sobre cume, até os pilares começarem a estremecer e a afundar-se no solo.

A sua altura lança uma sombra cada vez mais escura sobre o chão e, em particular, sobre o Deão Jocelin. Mas este, que acredita ser um mero instrumento nas mãos de Deus, abençoado por uma visão do Criador, insiste em elevar mais e mais alto o pináculo. Todavia, as consequências da concretização do seu objectivo revelam-se trágicas para aqueles que o rodeiam.

Ambientado na Inglaterra medieval, e inspirado na história da catedral de Salisbury, “O Pináculo” é um romance sobre a realização criativa, que dá vida ao impossível, mas também sobre o custo financeiro, físico e espiritual da loucura de um homem. Ao espelhar na narrativa a progressão dessa loucura, William Golding alcança algo extraordinário. A aparente simplicidade de um livro complexo é o testemunho da sua habilidade literária.

Sobre o autor:
Escritor inglês, William Gerald Golding nasceu a 19 de setembro de 1911 na pequena aldeia de St. Columb Minor, na Cornualha. Filho de um professor primário de fortes entusiasmos políticos e de uma ativista dos direitos das mulheres, começou a escrever precocemente, com apenas sete anos de idade. Após ter concluído os seus estudos secundários na Marlborough Grammar School, ingressou no Brasenose College da Universidade de Oxford, com o intuito de cumprir o desejo paterno e versar Ciências da Natureza. Não obstante, ao fim de dois anos encontrou forças para seguir a sua verdadeira vocação e pediu transferência para Literatura Inglesa. Em 1934, ainda estudante, publicou o seu primeiro livro, uma compilação de poemas intitulada “Poems“. No ano de 1939 mudou-se para Salisbury, onde passou a lecionar Inglês na Bishop Wordsworth’s School. Em consequência da deflagração da Segunda Guerra Mundial alistou-se na Real Armada Britânica, ascendendo pouco tempo depois ao posto de comandante de um torpedeiro. Presenciou o afundamento do couraçado alemão Bismarck e o desembarque na Normandia. Finda a guerra, Golding retomou o ensino e a sua grande ambição, a escrita. Em 1954 publicou o seu primeiro romance, “Lord Of The Flies” (O Senhor das Moscas), que se tornou num sucesso de vendas imediato e internacional. Seguiram-se, entre outros volumes, “The Inheritors” (1955), “Free Fall” (1959), “The Spire” (1964), “Darkness Visible” (1979) e “Rites Of Passage” (1980, “Ritos de Passagem“). Investido cavaleiro em 1988, William Golding foi vencedor de inúmeros prémios, entre os quais o prestigiado Nobel da Literatura, em 1983. Faleceu em Perranarworthal a 19 de junho de 1993.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“O Pináculo”, de William Golding (Dom Quixote, Wook):
https://www.wook.pt/livro/o-pinaculo-william-golding/25114208
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 27-07-2021.

Também estamos no Instagram:
https://www.instagram.com/sonhandoentrelinhas/

Boas leituras!

About author

Articles

Criativo, Criador do Sonhando Entre Linhas, amo ler, e escrever. Gosto de ler quase todos os géneros literários. Amo autores como Valter Hugo Mãe, Fernando Pessoa, José Saramago, João Pinto Coelho, Itamar Vieira Junior, Jeferson Tenório, entre outros. Desde agosto de 2019, trabalho no Grupo LeYa Portugal.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *