Novidades Editoriais

Lançamentos previstos para Abril em Portugal (Parte 3)

Hoje, trago a 3ª parte dos lançamentos deste mês de abril. Destaco a chegada de “A Casa”, da autora francesa Emma Becker, e os novos livros de autores como Afonso Cruz, Djaimilia Pereira de Almeida, a reedição de “Plataforma”, de Michel Houellebecq ou a edição portuguesa de “Recordações da Casa dos Mortos”, no ano do bicentenário do autor russo Fiódor Dostoiévski.

“A Casa”, de Emma Becker (ed. Casa das Letras, 344 páginas)

“Emma Becker explora a nudez dos corpos, dos desejos e das emoções num romance complexo e descomplexado sobre a prostituição.” — Livres Hebdo

Fonte: Casa das Letras

Sinopse:
“Sempre acreditei que escrevia sobre homens. Antes de me aperceber que só escrevo sobre mulheres. Sobre o facto de ser uma. Escrever acerca de prostitutas que são pagas para serem mulheres, que são, de facto, mulheres, que são tão-só isso; escrever sobre a nudez absoluta desta condição é como examinar o meu sexo ao microscópio. Sinto o mesmo fascínio que um laboratorista a contemplar as células essenciais a qualquer forma de vida.”

Em “A Casa”, Emma Becker descreve a vida no bordel berlinense onde, durante dois anos e meio, sob o pseudónimo de Justine, nome da famosa personagem de Sade, decidiu vender o seu corpo para tentar compreender o mundo da prostituição, as mulheres que nele trabalham e os homens que a ele recorrem.

Retrato da sua vida sexual e amorosa durante esta experiência, das suas companheiras e dos bastidores deste mundo proibido, A Casa é um romance que transborda as paredes do bordel. Mais do que uma história sobre as mulheres desta casa, é sobre o modo como estas vêem o mundo, sobre os homens que pagam os seus serviços, sobre os seus desejos, os seus limites, as suas armadilhas, e, acima de tudo, sobre todos os desejos que nos fazem tremer.

Sobre a autora:
Nasceu em 1988 em França. Com o intuito de compreender a prostituição e as mulheres que desenvolvem esta atividade, Becker trabalhou num bordel em Berlim durante dois anos e meio. Essa experiência deu origem ao romance “A Casa”, galardoado com os prémios Roman des Étudiants France Culture/Télérama, Blù Jean-Marc Roberts e RomanNews. Em 2011 já havia publicado o romance “Mr”, que se encontra traduzido em catorze países, tendo-se seguido “Alice”, em 2015. Atualmente vive em Berlim com o seu filho.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
“A Casa”, de Emma Becker (Casa das Letras, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-casa-emma-becker/24710060

“Correspondência (1959-1965)”, de Agustina Bessa-Luís e J. Rodolfo Wilcock (ed. Relógio D’Água, 248 páginas, com tradução: Lourença Baldaque)

Sinopse:
Agustina Bessa-Luís e Juan Rodolfo Wilcock conheceram-se em Julho de 1959 em Lourmarin, perto de Aix-en-Provence, num colóquio em que escritores e filósofos se tinham reunido para debater o «provincianismo e universalismo na cultura europeia». Com a sua habitual irreverência, Agustina Bessa-Luís referiu-se ao encontro como uma «majestosa mediocridade». Alguns dias mais tarde, Agustina e o marido Alberto Luís encontraram ocasionalmente Wilcock em Veneza. Foi semanas depois desse encontro, a que se seguiram outros em Roma, que se iniciou a troca de correspondência entre eles.

Sobre a autora:
Dona de uma escrita irreverente e que não se inseria em nenhuma corrente literária, Agustina Bessa-Luís obteve prestígio, nomeadamente com “A Sibila”. No entanto, a sua carreira foi inaugurada com a novela “Mundo Fechado”, em 1948. Mesmo tendo escrito mais romances, a sua produção intensa e muito acima do que se fez em Portugal, dado que escreveu mais de uma centena de livros, deambulou, também, pelas biografias, contos, crónicas, ensaios, memórias, teatro e literatura infantil. Entre os muitos prémios recebidos, destaco, obviamente, o Prémio Camões, um reconhecimento pelo conjunto da obra que lhe foi atribuído em 2004. Actualmente, toda a sua obra está a ser reeditada, gradualmente, pela Relógio D’Água.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
“Correspondência (1959-1965)”, de Agustina Bessa-Luís e J. Rodolfo Wilcock (Relógio D’Água, Wook):
https://www.wook.pt/livro/correspondencia-1959-1965-j-rodolfo-wilcock/24715522

“Maremoto”, de Djaimilia Pereira de Almeida (ed. Relógio D’Água, 112 páginas)

Fonte: Relógio D’Água Editores

Sinopse:
Ela vive na Rua do Loreto, na paragem do 28. Ele, o combatente, estaciona carros ruas abaixo, na António Maria Cardoso. Maremoto narra a amizade entre ambos, avô e neta acidentais, catástrofe e salvamento. De Lisboa a uma Bissau imaginada, Boa Morte da Silva, arrumador de carros, arruma a sua vida, escreve-se, dirigindo-se à filha que mal conhece. “Vou cegar minha dor para a minha dor não encontrar teu coração. Que a minha dor nunca encontre o teu caminho, Aurora. Que a minha dor nunca te encontre.”

Sobre a autora:
Nasceu em Luanda (Angola), em 1982. Djaimilia Pereira de Almeida licenciou-se em Estudos Portugueses na Universidade Nova de Lisboa, doutorou-se em Teoria da Literatura, na Universidade de Lisboa, em 2012. Em 2013, foi uma das vencedoras do Prêmio de Ensaísmo serrote, atribuído pela Revista serrote (Instituto Moreira Salles, Brasil). Estreou-se na literatura, em 2015, com o romance “Esse Cabelo” (ed. Teorema), vencendo o Prémio Novos 2016 – categoria Literatura. Ainda nesse mesmo ano, esteve entre os finalistas do 8º ciclo da Rolex Mentor and Protégé Arts Initiative. “Ajudar a Cair”, um retrato ensaístico do Centro Nuno Belmar da Costa, foi publicado, em 2017, pela Fundação Francisco Manuel dos Santos. Já no ano de 2018, publicou “Luanda, Lisboa, Paraíso” (ed. Companhia das Letras Portugal). Possui textos publicados em várias revistas, nomeadamente, na Common Knowledge, Granta em Língua Portuguesa, Revista LER, Revista Pessoa, Quatro Cinco Um, Revista Serrote, Words Without Borders, Revista Zum, entre outras.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
“Maremoto”, de Djaimilia Pereira de Almeida (Relógio D’Água, Wook):
https://www.wook.pt/livro/maremoto-djaimilia-pereira-de-almeida/24719098

20.04.2021: “Segredos Estilhaçados”, de Hadley Freeman (ed. Casa das Letras, 432 páginas)

“Um livro fundamental que devemos ler urgentemente.” — Salman Rushdie

Fonte: Casa das Letras

Sinopse:
Hadley Freeman sabia que a sua avó Sara vivia em França quando Hitler começou a ganhar poder, mas raramente alguém da sua família falava no assunto. Muito tempo após a morte da avó, Hadley encontrou uma caixa de sapatos escondida no roupeiro, contendo fotografias da antepassada com um desconhecido misterioso, um telegrama enigmático da Cruz Vermelha e um desenho assinado por Picasso.

Perante esta descoberta, Freeman lançou-se numa busca, ao longo de uma década, para descobrir o significado dessas recordações, que a levou dos arquivos de Picasso, em Paris, até a uma sala secreta numa quinta na Auvergne, e de Long Island a Auschwitz.

Freeman junta as peças do quebra-cabeça do passado da sua família, descobrindo mais sobre a vida da avó e dos três irmãos dela, Jacques, Henri e Alex. As suas histórias, ora comuns, ora surpreendentes, revelam o vasto leque de experiências vividas pelos judeus da Europa de Leste durante o Holocausto.

Sobre a autora:
Hadley Freeman é colunista e redatora no jornal The Guardian, no Reino Unido. Nasceu em Nova Iorque e vive em Londres. É também autora de “Life Moves Pretty Fast”, “The Meaning of Sunglasses” e “Be Awesome”, e o seu trabalho foi publicado na Vogue dos EUA e na do Reino Unido, na revista New York, na Harper’s Bazaar e em muitas outras publicações.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Segredos Estilhaçados”, de Hadley Freeman (Casa das Letras, Wook):
https://www.wook.pt/livro/segredos-estilhacados-hadley-freeman/24575764
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 20-04-2021.

20.04.2021: “O Vício dos Livros”, de Afonso Cruz (ed. Companhia das Letras Portugal, 128 páginas)

Fonte: Companhia das Letras Portugal

Sinopse:
Na biblioteca do faraó Ramsés II estava escrito por cima da porta de entrada: «Casa para terapia da alma». É o mais antigo mote bibliotecário. De facto, os livros completam-nos e oferecem-nos múltiplas vidas. São seres pacientes e generosos. Imóveis nas suas prateleiras, com uma espantosa resignação, podem esperar décadas ou séculos por um leitor.

Somos histórias, e os livros são uma das nossas vozes possíveis (um leitor é, mal abre um livro, um autor: ler é uma maneira de nos escrevermos).

Nesta deliciosa colheita de relatos históricos e curiosidades literárias, de reflexões e memórias pessoais, Afonso Cruz dialoga com várias obras, outros tantos escritores e todos os leitores.

Este é, evidentemente, um livro para quem tem o vício dos livros.

Sobre o autor:
Afonso Cruz é escritor, ilustrador, cineasta e músico da banda The Soaked Lamb. Em Julho de 1971, na Figueira da Foz, era completamente recém-nascido, e haveria, anos mais tarde, de frequentar lugares como a António Arroio, as Belas-Artes de Lisboa, o Instituto Superior de Artes Plásticas da Madeira e mais de meia centena de países. Assina, desde Fevereiro de 2013, uma crónica mensal no Jornal de Letras, Artes e Ideias sob o título «Paralaxe». Recebeu vários prémios e distinções nas diversas áreas em que trabalha, vive no campo e gosta de cerveja. Os seus livros estão publicados em vários países.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”O Vício dos Livros”, de Afonso Cruz (Companhia das Letras Portugal, Wook):
https://www.wook.pt/livro/o-vicio-dos-livros-afonso-cruz/24702821
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 20-04-2021.

20.04.2021: “Garra”, Cecelia Ahern (ed. Suma de Letras Portugal, 288 páginas)

Fonte: Suma de Letras Portugal

Sinopse:
Se quer rir, comover-se, amar, sentir menos culpa, chorar, ser confortada, mostrar a garra existe uma história para si.

“Garra” são 30 histórias interligadas, que capturam as diferentes facetas da vida das mulheres. Divertidas, comoventes, surreais e instigantes, as histórias capturam os momentos em que as personagens são dominadas pela culpa, a confusão, a frustração, a intimidação, a exaustão – aqueles momentos em que sentem a necessidade de mostrar a garra.

A autora bestseller Cecelia Ahern, traz-nos uma coleção ferozmente feminista de histórias que iluminam, às vezes de maneira fantástica, como as mulheres navegam o mundo hoje. Ahern assume os aspectos familiares da vida das mulheres – as rotinas, os constrangimentos e os desejos – e os eleva com a sua mistura astuta de realismo mágico e percepção social.

Sobre a autora:
Cecelia Ahern, depois de se licenciar em Jornalismo e Comunicação, escreveu o seu primeiro romance, “P.S. – Eu Amo-te” aos 21 anos. Foi um sucesso internacional sem precedentes, tendo sido levado ao grande ecrã, o que acrescentou ainda mais fãs a esta história de amor, que é um clássico dos nossos tempos. Desde então, Cecelia publica, com grande sucesso, um romance por ano. Até ao momento, os seus livros venderam 25 milhões de exemplares, foram publicados em mais de 40 países, em 30 línguas. Só em Portugal, “P.S. – Eu Amo-te” vendeu mais de 57 000 exemplares, e mais de 1 milhão em todo o mundo. Além de ser uma romancista amplamente premiada, Cecelia Ahern também cria projetos originais para televisão.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Garra”, Cecelia Ahern (Suma das Letras Portugal, Wook):
https://www.wook.pt/livro/garra-cecelia-ahern/24713313
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 20-04-2021.

20.04.2021: “Plataforma”, de Michel Houellebecq (ed. Alfaguara Portugal, 384 páginas, com tradução de Carlos Vieira da Silva)

Fonte: Alfaguara Portugal

Sinopse:
Michel é um funcionário público parisiense, solteiro, quarentão, cínico e apático. A morte do pai converte-o, do dia para a noite, em herdeiro de uma fortuna que lhe permitirá viver comodamente sem precisar de trabalhar. Decide então partir de férias para a Tailândia, empenhado em esquecer tudo e mergulhar numa miríade de prazeres exóticos. No oásis mundial do turismo sexual, conhece Valérie, quadro de uma agência de viagens. É uma mulher capaz de sentir prazer, não tem pudor de viver os seus desejos, e Michel vive com ela uma relação de imprevista intensidade.

Regressado a Paris, decide criar com Valérie uma rede mundial de colónias de férias em que o sexo livre seja o lema, e o corpo a moeda de troca. O sucesso é imediato. Mas a tragédia está a um passo de distância.

Neste seu terceiro romance, Michel Houellebecq, autor incontornável das letras francesas, faz uma reflexão implacável sobre a hipocrisia e a pretensa superioridade da civilização ocidental, com os seus seres desencantados e perversos. Um livro tão amargo quanto divertido, que releva o lugar do escritor francês como um dos mais lúcidos pensadores do nosso tempo.

Sobre o autor:
Nascido na ilha de Reunião, em 1956, Michel Houellebecq escreveu e publicou vários romances e obras de poesia. Entre os romances contam-se “Extensão do domínio da luta” (Alfaguara, 2016), “Lanzarote” (Alfaguara, 2017), “Partículas elementares”, “Plataforma”, “A possibilidade de uma ilha” (Alfaguara, 2018), “O mapa e o território” (Alfaguara, 2011) e “Submissão” (Alfaguara, 2015). Os seus livros estão traduzidos em mais de quarenta línguas. Venceu, entre outros, o Prémio Novembre, em 1998, e o Prémio Impac Dublin, em 2002. Com “A possibilidade de uma ilha” venceu o Prémio Interallié e foi finalista do Prémio Goncourt. O prestigiado Prémio Goncourt foi-lhe atribuído em 2010 pelo romance “O mapa e o território”. Em 2019, ano em que viu editado “Serotonina”, foi-lhe atribuída a Legião de Honra.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“Plataforma”, de Michel Houellebecq (Alfaguara Portugal, Wook):
https://www.wook.pt/livro/plataforma-michel-houellebecq/24713311
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 20-04-2021.

21.04.2021: “A Rapariga no Espelho”, de Rose Carlyle (ed. Marcador, 280 páginas, com tradução de Maria do Carmo Romão)

“Imperdível. Um romance como um triatlo: parte thriller, parte policial, parte drama familiar. Se juntarmos ‘Knives Out: Todos São Suspeitos e Pagos a Dobrar’ no liquidificador e acrescentarmos um pouco de ‘Calma de Morte’, obtemos um cocktail como ‘A Rapariga no Espelho’: fresco, saboroso e inebriante.” – A. J. Finn, autor de “A Mulher à Janela”

Fonte: Marcador

Sinopse:
As gémeas Iris e Summer são lindas e surpreendentemente parecidas. No entanto, para lá do que os olhos vêem, existe uma escuridão que as diferencia. Cínica e insegura, Iris inveja há muito a boa sorte aparentemente interminável de Summer, incluindo o seu marido perfeito, Adam. Convocada para a Tailândia a fim de ajudar a navegar o iate da família até às Seychelles, Iris alimenta as suas próprias esperanças secretas em relação ao que pode acontecer na viagem.

Mas quando se encontra inesperadamente sozinha no meio do Índico, tudo muda. Agora é a sua oportunidade de ficar com a vida idílica que sempre cobiçou.

Mas até onde irá para conseguir atingir o seu objetivo?
E como vai certificar-se de que ninguém descobre a verdade?

Sobre a autora:
Rose Carlyle é advogada e uma aventureira entusiasta. Fez parte da tripulação de expedições científicas marítimas às ilhas subantárticas e, durante um ano, viveu a bordo do seu próprio veleiro no oceano Índico, navegando entre a Tailândia e África do Sul, via Seychelles. Em 2020, foi residente no Michael King Writers Centre. Vive em Auckland com os três filhos. “A Rapariga no Espelho” é o seu primeiro romance.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”A Rapariga no Espelho”, de Rose Carlyle (Marcador, Wook):
https://www.wook.pt/livro/a-rapariga-no-espelho-rose-carlyle/24704579
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 21-04-2021.

21.04.2021: “O Dilema”, de B. A. Paris (ed. Editorial Presença, 312 páginas, com tradução de Sérgio Paulo Campos Vieira)

“Uma história de grande fôlego, com intriga e suspense psicológico irrepreensíveis.” — Kirkus Reviews

Fonte: Editorial Presença

Sinopse:
Livia faz quarenta anos e vai dar uma festa de arromba para compensar a do casamento, que nunca chegou a acontecer. Vão estar presentes todas as pessoas de quem mais gosta, exceto a filha, Marnie, que está a estudar no estrangeiro. Contudo, embora Livia adore Marnie, está secretamente satisfeita por a filha não poder estar presente. Livia tem de contar a Adam algo sobre a filha de ambos, mas está à espera do fim da festa para poderem desfrutar deste último momento de felicidade.

Adam quer que tudo seja perfeito para Livia e, por isso, combinou com Marnie a sua vinda a casa para surpreender a mãe no dia do aniversário. Durante o dia, Adam recebe uma notícia terrível. Tem de a contar a Livia, porque a festa não pode acontecer. Mas ela está tão feliz, tão entusiasmada… e os convidados estão prestes a chegar.

Neste livro de tirar o fôlego e partir o coração, acompanhamos o dia que irá mudar a história desta família para sempre. Até onde podemos ir para dar mais algumas horas – as últimas – de felicidade a quem amamos?

Sobre a autora:
De ascendência franco-irlandesa, B. A. Paris nasceu e cresceu em Inglaterra em 1958. Foi viver para França, onde trabalhou durante alguns anos num banco internacional até se formar como professora e fundar uma escola de línguas com o marido. Em 2016 escreve o seu primeiro romance, “Ao Fechar a Porta”, que teve um excelente acolhimento por parte da crítica literária e um retumbante sucesso mundial, com mais de um milhão de exemplares vendidos. Pouco depois, escreve “À Beira do Colapso”. Ambos os romances referidos, tal como o “Traz-me de Volta”, estão disponíveis em Portugal com a chancela da Editorial Presença, e estão publicados em mais de 36 países. B. A. Paris vive em França com o marido e as cinco filhas de ambos.

Sugestões de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
“O Dilema”, de B. A. Paris (Editorial Presença, Wook):
https://www.wook.pt/livro/o-dilema-b-a-paris/24702772

21.04.2021: “Tiny Pretty Things”, de Sona Charaipotra e Dhonielle Clayton (ed. Editorial Presença, 176 páginas, com tradução de Maria João Freire de Andrade)

“Uma história viciante e muito juicy que toca temas como orientação sexual e identidade racial, num cenário de glamour e grandes expectativas.” — Booklist

Fonte: Editorial Presença

Sinopse:
Quem conseguirá realmente brilhar?

Gigi, Bette e June, três das melhores alunas na escola de ballet em Manhattan, estão habituadas a alguma dose de drama. A descomplicada Gigi só está interessada em dançar, mas esse simples desejo pode ser fatal. Bette é uma menina privilegiada que pretende sair da sombra da irmã, uma estrela do ballet, e isso torna-a, por vezes, perigosa. A perfecionista June tem de conseguir um lugar de destaque este ano ou a mãe controladora acabará com o seu sonho.

Quando todos os bailarinos são, ao mesmo tempo, amigos e inimigos, estas três raparigas irão sacrificar, manipular e trair quem for preciso para serem consideradas as melhores das melhores.

O primeiro volume de uma história incrível, onde ação, ciúme, mentira e traição vivem lado a lado com a amizade, o amor e a competição.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Tiny Pretty Things”, de Sona Charaipotra e Dhonielle Clayton (Editorial Presença, Wook):
https://www.wook.pt/livro/tiny-pretty-things-sona-charaipotra/24704578
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 21-04-2021.

21.04.2021: “O Estranho Caso do Cão Morto”, de Mark Haddon (ed. Editorial Presença, 248 páginas, com tradução de Luís Silva dos Santos)

“Há livros impossíveis de abandonar. Este é um deles. Merece todos os elogios que têm sido repetidos, cómico, trágico, literalmente poético. Um romance fascinante.” — Público

Fonte: Editorial Presença

Sinopse:
Christopher Boone, o narrador deste magnífico romance, tem apenas 15 anos e sofre de autismo. É excelente a matemática e ciências, adora o Sherlock Holmes, mas custa-lhe compreender a espécie humana; tem uma memória fotográfica, detesta o amarelo e o castanho, e não gosta de ser tocado por ninguém.

Christopher nunca tinha ido mais longe do que ao final da rua – até encontrar o cão da sua vizinha morto, no meio do jardim, com uma forquilha atravessada. Este crime despertá-lo-á para uma longa odisseia que o irá ajudar a descobrir o seu verdadeiro papel no mundo.

Sobre o autor:
Mark Haddon nasceu em Northampton, em 1962. Trabalhou com crianças e adultos com necessidades especiais e foi também ilustrador e cartoonista em diversos jornais e revistas. Em 1987, publicou o seu primeiro livro para crianças, “Gilbert’s Gobstopper”, ao qual se seguiram outros títulos dirigidos ao público infanto-juvenil. Em 2003, alcançou um enorme sucesso com o romance “O Estranho Caso do Cão Morto”, vencedor de prémios como o Guardian Children’s Fiction Prize 2003, o Commonwealth Writers Prize Best First Book Award 2004 e o Whitbread Book of the Year Award 2004. Depois de uma incursão pela poesia, Mark Haddon regressou à prosa com “Boom!” (2009), “A Casa Vermelha” (2012), “The Pier Falls” (2016) e “O Golfinho” (2019), o seu mais recente romance agora publicado pela Porto Editora.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”O Estranho Caso do Cão Morto”, de Mark Haddon (Editorial Presença, Wook):
https://www.wook.pt/livro/o-estranho-caso-do-cao-morto-mark-haddon/24702773
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 21-04-2021.

21.04.2021: “Um Estranho Caso de Culpa”, de Harlan Coben (ed. Editorial Presença, 368 páginas)

“O grande mestre do thriller. Um dos meus preferidos.” — John Grisham

Fonte: Editorial Presença

Sinopse:
Com um ritmo galopante, “Um Estranho Caso de Culpa” é uma leitura absorvente e compulsiva que não deixará ninguém indiferente.

O horror daquela noite ficará gravado para sempre na memória de Matt Hunter: numa festa, tentou acalmar uma luta e acabou por matar uma pessoa – acidentalmente. Agora, passados nove anos e após ter cumprido pena de prisão, a vida parece estar a entrar nos eixos: a sua mulher, Olivia, está grávida e vão comprar uma casa na cidade de Matt. Mas a ilusão está prestes a terminar.

Matt recebe um vídeo chocante, que ameaça acabar com tudo o que reconstruiu. Para piorar, começa a ser perseguido por um homem misterioso, que aparece morto pouco tempo depois. Quando o quadro parecia não poder ficar mais negro, uma freira adorada por todos é assassinada… e as pistas apontam para Matt.

É então que Matt e Olivia entram numa espiral de pânico e desconfiança, sentindo-se forçados a desafiar a lei, numa tentativa desesperada de salvar o futuro.

Sobre o autor:
Com mais de setenta milhões de exemplares da sua obra publicada em todo o mundo, Harlan Coben é autor de inúmeros romances de suspense que são bestsellers do jornal The New York Times. A Editorial Presença publicou doze títulos do autor, incluindo “Não Fujas Mais”. Coben foi o primeiro escritor a vencer os três mais prestigiados prémios da literatura policial nos Estados Unidos da América: o Edgar Award, o Shamus Award e o Anthony Award. Os seus livros estão traduzidos em quarenta e três línguas por todo o mundo e chegaram a número um na lista de vendas em mais de uma dúzia de países. Vive em Nova Jérsia com a mulher e os filhos.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Um Estranho Caso de Culpa”, de Harlan Coben (Editorial Presença, Wook):
https://www.wook.pt/livro/um-estranho-caso-de-culpa-harlan-coben/24702774
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 21-04-2021.

22.04.2021: “Recordações da Casa dos Mortos”, de Fiódor Dostoiévski (ed. Relógio D’Água, 312 páginas, com tradução de António Pescada)

Fonte: Relógio D’Água Editores

Sinopse:
Em “Recordações da Casa dos Mortos”, Dostoiévski narra a sua experiência de cinco anos de prisão siberiana. Ele fora preso em Abril de 1849 e condenado à morte por actividades contra o governo como membro do Círculo Petrashevski. A 22 de Dezembro, colocado diante de um pelotão de fuzilamento, viu a ordem de execução comutada no último momento por trabalhos forçados na Sibéria.

Os acontecimentos são contados do ponto de vista de Aleksandr Petróvitch Goriántchikov, que assassinou a mulher no primeiro ano de casamento e vai descrevendo as conversas, experiências e sentimentos dos outros presos.

Dostoiévski fala da perda de liberdade, da solidão, do frio, dos trabalhos forçados e do carácter daqueles com quem conviveu, que, apesar de criminosos, descreve com humanidade, demonstrando admiração pela sua energia, engenhosidade e talento. Isto apesar dos seus ódios, astúcias, falta de escrúpulos e delações.

Sobre o autor:
Nasceu em Moscovo, a 30 de outubro de 1821, e estreou-se na literatura com “Gente Pobre”, em 1846. Após ser preso e condenado à morte pelo regime dos czares em 1849, teve a sua pena diminuída para quatro anos de trabalhos forçados na Sibéria, uma experiência retratada em “Recordações da Casa dos Mortos” (1862). Após esse período, escreve uma sequência de grandes romances, como “Crime e Castigo” e “O Idiota”, “O Jogador”, entre outros. e termina a sua vasta produção literária com a publicação de “Os irmãos Karamazov” em 1880. Reconhecido como um dos maiores autores de todos os tempos, Dostoiévski morreu em São Petersburgo, a 28 de janeiro de 1881.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“Recordações da Casa dos Mortos”, de Fiódor Dostoiévski (Relógio D’Água, Wook):
https://www.wook.pt/livro/recordacoes-da-casa-dos-mortos-fiodor-dostoievski/24719100
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 22-04-2021.

22.04.2021: “O Reino”, de Emmanuel Carrère (ed. Edições Tinta da China, 432 páginas)

Fonte: Edições Tinta da China

Sinopse:
“O Reino” conta a história dos primórdios do cristianismo e de como dois homens, Paulo e Lucas, transformaram uma pequena seita de judeus, liderados pelo seu messias crucificado, numa religião que em três séculos minou o Império Romano e depois conquistou o mundo, tornando-se um enorme e perene sucesso.

Pela mão de Emmanuel Carrère, acedemos ao mundo mediterrânico do Século I, numa trama histórica habilmente entretecida (afinal, não havia assim tanto sossego nos domínios da pax romana…), que é ao mesmo tempo uma meditação sobre o que é verdadeiramente o cristianismo, e em que medida nos interpela ainda hoje, crentes e não-crentes. Tal como em todos os seus livros desde “O Adversário”, o autor envolve-se totalmente nesta história, com a sua reconhecida honestidade e recusa de autocensura. Carrère foi um cristão fervoroso, um católico praticante, talvez até num grau excessivo, até deixar de crer. Assim, é a sua própria história que reconhecemos mais uma vez como pano de fundo, com todas as suas angústias e questionamentos, enquanto constrói um livro divertido e sério, animado e introspectivo, erudito e mundano.

Sobre o autor:
Emmanuel Carrère nasceu em França, em 1957. É um dos maiores escritores europeus da atualidade, e é também realizador de cinema. Autor de uma vasta obra, escreveu, entre outros, os livros “Limonov”, “Pesadelo na Neve”, “Bravoure” e “Le Royaume”. Amplamente reconhecido pelos leitores e pela crítica, recebeu, nomeadamente, o Prémio Renaudot, o Prémio Femina, o Prémio Europeu de Literatura e, pelo conjunto da sua obra, o Grande Prémio de Literatura Henri Gal, da Academia Francesa.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**“O Reino”, de Emmanuel Carrère (Edições Tinta da China, Wook):
https://www.wook.pt/livro/o-reino-emmanuel-carrere/24695742
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 22-04-2021.

22.04.2021: “Cinco destinos negros”, de Kendare Blake (ed. Porto Editora, 360 páginas)

Fonte: Porto Editora

Sinopse:
O destino da ilha de Fennbirn está nas mãos das suas rainhas. Das vivas e das mortas.

Mirabella regressou à capital, anunciando uma trégua. Será verdadeira?
Katharine governa Fennbirn, com grande prejuízo pessoal. Mas, até quando?
Arsinoe carrega a enorme responsabilidade de levantar a névoa que assombra a ilha. Será capaz?
As rainhas mortas avisam Katharine de que não deverá confiar na irmã, Mirabelle. Que objetivos as unem?
Nesta conclusão de Três Coroas Negras, os segredos da história de Fennbirn são postos a nu, e as rainhas enfrentam-se pela última vez, pelo domínio da ilha.

Poder ou paz – qual deles vencerá?

Sobre a autora:
Kendare Blake nasceu na Coreia do Sul, mas cresceu nos EUA. Tem um mestrado em Escrita, pela Middlesex University em Londres. Vive atualmente em Kent, Washington.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Cinco destinos negros”, de Kendare Blake (Porto Editora, Wook):
https://www.wook.pt/livro/cinco-destinos-negros-kendare-blake/24302929
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 22-04-2021.

23.04.2021: “Dos Nossos Irmãos Feridos”, de Joseph Andras (ed. Antígona, 168 páginas, com tradução de Luís Leitão)

“O compromisso e a solidariedade são as palavras-chave deste livro comovente.” — L’Humanité Dimanche

Fonte: Antígona

Sinopse:
Argélia, 1956. Uma bomba que nunca viria a detonar é deixada numa fábrica, destinada a causar estragos e não a reclamar vidas, num acto simbólico.

Um operário revolucionário e idealista, que sonha com um país livre e se opõe à violência cega, é denunciado. Detido e torturado, Fernand Iveton (1926-1957) seria o único pied-noir condenado e executado pelo Governo francês durante a Guerra da Argélia: um castigo que se pretendia exemplar e um aviso a todos os europeus que ousassem tomar o partido dos colonizados.

França, onde Iveton conhecera o amor da bela Hélène, que o acompanharia até ao fim dos seus dias, silenciaria a voz do dissidente, mas nunca a esperança colectiva de uma futura nação.

“Dos Nossos Irmãos Feridos” (2016), num estilo de tirar o fôlego, retrata os últimos dias de Fernand Iveton e relembra que por vezes é a ficção que traça os veredictos mais justos, quando a justiça dos homens se revelou indigna.

Sobre o autor:
Nascido em 1984, Joseph Andras é um escritor francês que vive em Le Havre. “Dos Nossos Irmãos Feridos” é o seu romance de estreia.

Sugestão de Leitura:

Leitores residentes em Portugal:
**”Dos Nossos Irmãos Feridos”, de Joseph Andras (Antígona, Wook):
https://www.wook.pt/livro/dos-nossos-irmaos-feridos-joseph-andras/24695677
** Obs: Livro em pré-venda. Envio a partir de 22-04-2021.

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Boas leituras!

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Criativo, Criador do Sonhando Entre Linhas, amo ler, e escrever. Gosto de ler quase todos os géneros literários. Amo autores como Valter Hugo Mãe, Fernando Pessoa, José Saramago, João Pinto Coelho, Itamar Vieira Junior, Jeferson Tenório, entre outros. Desde agosto de 2019, trabalho no Grupo LeYa Portugal.

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